Ferramentas ajudam a conquistar atenção

Por CamilaZanqueta em 9 de September de 2010

A atenção é hoje o valor mais importante para os negócios. Esta é a opinião de Thomas H. Daveport, autor norte-americano que atua na Escola de Gestão da Universidade de Boston, e defendeu esta tese em seu livro Attention Economy   (Economia da Atenção), sucesso de vendas em vários países do mundo. Com a conectividade e volume crescente de informações disponíveis, as empresas lutam cada vez mais pela atenção do consumidor. É crucial para o negócio saber como conquistá-la em cada contato com seus públicos alvo. Todas as interações são uma oportunidade para a empresa, é preciso aproveitá-las.

Esta nova realidade inspira a criação e adaptação de produtos e ferramentas. Conversamos sobre isso com Ana Claudia Alves, gerente de produto da Microsoft e responsável pelo novo Office 2010. “Os produtos da versão 2010 do Office são feitos para pessoas conectadas, para que aproveitem os recursos gráficos disponíveis na web, como fotos e vídeos. O PowerPoint 2010, por exemplo, ajuda o usuário a criar uma apresentação que garanta a atenção da audiência”, avalia Ana.

Preparamos algumas dicas para você aproveitar os novos recursos do Office 2010 em sua empresa, neste primeiro post vamos falar sobre imagens. É possível testar a nova versão do Office gratuitamente, para saber mais clique aqui.

Imagens

“Atualmente a atenção da audiência é garantida muito mais pela criatividade do que pelo que está escrito na apresentação. A informação está na boca do apresentador”, explica Ana. Para incrementar sua apresentação, abuse das imagens, o Office oferece uma série de imagens que podem ser utilizadas em suas apresentação, clique aqui para conhecer.

Outra dica é o recurso ‘Efeitos Artísticos’  para que a imagem pareça mais um esboço, desenho ou pintura. Veja o passo a passo:

1. Clique na imagem à qual deseja aplicar um efeito artístico.

2. Em Ferramentas de Imagem, na guia Formatar, no grupo Ajustar, clique em Efeitos Artísticos.





Grupo Ajustar na guia Formatar em Ferramentas de Imagem

3. Caso você não veja as guias Formatar ou Ferramentas de Imagem, confirme se selecionou uma imagem – basta clicar em cima dela. Talvez seja necessário clicar duas vezes na imagem para selecioná-la e abrir a guia Formatar.

4. Clique no efeito artístico desejado. São mais de vinte opções para você escolher!

5. Para ajustar o efeito artístico, clique em Opções de Efeitos Artísticos.











Exemplo de quatro efeitos artísticos (da parte superior esquerda para a inferior direita): Desenho de Linha, Efeito de Transparência, Cimento, Fotocópia

Saiba mais sobre esta dica aqui.

Na próxima semana acompanhe um post especial sobre como utilizar vídeos em suas apresentações.

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10 frases que você nunca deve dizer em um telefonema

Por CamilaZanqueta em 8 de September de 2010

Por Joanna L. Krotz

Estamos no século 21. Você sabe como os seus funcionários atendem o telefone?

Obviamente, ter boas maneiras ao telefone sempre foi importante. No entanto, pouquíssimas empresas treinam os funcionários para isso, diz Nancy Friedman, presidente e fundadora de uma empresa de treinamento em atendimento ao cliente. O resultado muitas vezes é a perda de negócios, clientes nervosos e oportunidades desperdiçadas.

Vinte anos atrás, Friedman fundou seu negócio depois que ela passou por um atendimento ruim (e, obviamente, inspirador) em uma empresa de seguros. Friedman diz que ainda fica surpresa com o número de corporações, empresas pequenas e até centrais de atendimento que ignoram a educação básica ao telefone.  A principal reclamação de profissionais e clientes, de acordo com as pesquisas dela, é ser colocado em espera. “Sempre pergunte ‘você pode esperar?’”, Friedman aconselha. “Colocar as pessoas em espera sem pedir permissão é errado.”

Aumento da grosseria

Nos Estados Unidos, por exemplo, estudos revelam que o nível de grosseria está aumentando, de acordo com uma pesquisa da Public Agenda, uma organização sem fins lucrativos. Um número alto de americanos, oito em cada dez (79%), diz que a falta de respeito ou educação deve ser vista como um problema nacional grave. Uma descoberta marcante é a de que a grosseria não tem limites, já que todas as regiões do país apresentaram as mesmas falhas. O atendimento ao cliente por telefone gerou uma das reações mais negativas da pesquisa. Cerca de 94% dos entrevistados disse ser “muito frustrante” ligar para uma empresa e ser atendido por uma mensagem eletrônica em vez de uma pessoa.

Eu pedi a especialistas em comunicações e atendimento ao cliente que apresentassem as dez piores coisas que você pode fazer em um telefonema comercial. Elas estão, é claro, ao lado daquele erro terrível: “Espere um momento”. Lembre-se de que a educação ao telefone, assim como a educação de maneira geral, baseia-se no bom senso. Você deve agir com os ouros da maneira como gostaria que agissem com você.

Assim, se quiser manter e conquistar clientes, não deixe que os funcionários digam estas coisas ao telefone.

1. “Não faz parte da nossa política.” Essa é uma desculpa boba e muito comum para não resolver reclamações ou pedidos, além de ser falta de educação. Também pode causar danos. Quem se importa com o que faz parte ou não da “política”? Quem foi que definiu isso? Pense: como a política de qualquer empresa pode justificar que você desligue o telefone com o cliente insatisfeito? Se um funcionário não pode atender ao pedido ou resolver o problema, ele deve consultar um superior ou receber permissão para achar alternativas que deixem o cliente satisfeito. De qualquer forma, mantenha o cliente informado de todas as etapas.

2. “Isso não é do meu departamento” ou “esse não é o meu trabalho”. Não importa. Todos que trabalham para a empresa devem estar preparados para atender às necessidades de qualquer pessoa que ligar. No mínimo, se o funcionário não tiver o conhecimento ou a autoridade necessária, ele deve anotar o telefone do cliente, pedir ajuda a um gerente e retornar a ligação rapidamente para resolver o problema.

3. “Você pode ligar em outro momento? Estamos muito ocupados agora.” Essa frase assusta quem entende de negócios. Porém, os funcionários falam isso com mais frequência do que você imagina. Sempre fico pensando: ocupados com o quê? Com a hora do almoço? Se alguém da sua equipe disser algo parecido com isso, deve ser repreendido.

4. “Meu computador pifou” ou “estamos tendo problemas com o servidor”. Simplesmente, não é problema de quem está ligando, nem um motivo para cancelar o atendimento. Os negócios funcionam com ou sem computadores. Mesmo se a pessoa ao telefone for um fornecedor que você contrata e demite, desculpe-se por não poder ajudar. Depois, pegue um lápis, anote o número dele e (leia com atenção) retorne a ligação assim que puder ajudá-lo… Sem falta.

5. “Você não recebeu minha mensagem de voz?” Nos velhos tempos em que existiam operadores nas empresas de telefonia, sempre havia aquela pessoa a quem culpar (convenientemente) se você quisesse evitar uma ligação ou fingir que não recebeu um recado. Mas não dá para adaptar isso para os dias de hoje. Hoje me dia, com correios de voz 24 horas por dia e registros de horário nas ligações, tudo está transparente. Você não pode fingir que deu uma resposta quando não deu. Se você não retornar uma ligação em pouco tempo e educadamente, aceite que vai precisar pedir desculpas. Esse conselho também se aplica a pessoas que têm o costume de retornar ligações fora do horário comercial, como às sete da manhã, na hora do almoço ou tarde da noite, quando as pessoas provavelmente não estão no escritório. Ah, sim, não seja ingênuo: os registros de horário dizem tudo.

6. “Eu estava esperando ter mais informações antes de retornar sua ligação.” Vale a mesma coisa para desculpas que não convencem ninguém. Todos sabem que é um truque. Se você realmente estivesse atrás de informações, mandaria um e-mail ou deixaria um recado explicando a situação, que é o que todos os profissionais fazem com contatos importantes. Essa frase só insulta quem está ligando, mostrando que ele não é prioridade para você, ou que você é incompetente. De qualquer forma, se for evitar as ligações de alguém, seja mais criativo.

7. “Oi. Posso falar com o Dani?” Algumas pessoas têm nomes que podem ser masculinos ou femininos. Dani geralmente é apelido de Daniel ou Daniela. Se a Dani atender ao telefone e você pedir para falar com o Dani, você indica em três segundos que não é alguém que ela conheça. Antes de fazer ligações assim, você deve olhar a página da empresa ou fazer uma pesquisa sobre a pessoa para quem está ligando. Faça sua lição de casa.

8. “Espere um pouco. Vou colocá-lo no viva-voz.” Assim como colocar alguém em espera, o viva-voz não deve ser usado antes de a pessoa permitir. Muitos especialistas acham que não há problema se a pessoa ao telefone disser “tudo bem”, mas, pessoalmente, eu sempre me oponho a conversas pelo viva-voz. Acho esquisito e irritante. As vozes estalam e criam eco. Nunca dá para escutar direito ou entender quem está falando. Você também nunca sabe quem está escutando e que impressão você está causando em quem está “ouvindo escondido”. Sempre sinto que estou falando com um clube que não me aceitou como membro.

9. “Vou garantir que ela retorne sua ligação.” Isso é pura autoproteção. Você só deve prometer que dará o recado, não que ligarão de volta. Não é sua responsabilidade prometer a atenção de alguém. Se não ligarem de volta, você criou decepção ou irritação desnecessária.

10. “Minha mãe acabou de falecer.” Honestamente, eu não achava necessário dizer a alguém que não conte tragédias pessoais ou traumas em ligações comerciais. Mas isso na verdade aconteceu comigo. Liguei para uma loja on-line para perguntar sobre uma compra que não tinha sido entregue. A proprietária primeiro disse que estava “à mercê do fabricante”, que era muito lento. Depois, ela pediu desculpas dizendo que sua mãe tinha acabado de falecer. O que eu fiz: dei meus pêsames, mas ela perdeu um cliente. Nunca leve seus problemas pessoais para conversas de negócios, a menos que a pessoa do outro lado seja um amigo de longa data.

As ligações servem mais para manter clientes e menos para conquistar novos clientes. A atitude é importante. A educação conta muito. O tom diz tudo. Todas as vezes que um funcionário pega o telefone, a possibilidade de ganhar ou perder um negócio está em jogo. Não deixe as oportunidades fugirem.

Joanna L. Krotz é especialista em marketing e gerenciamento para pequenas empresas. Ela é gerente da editora Muse2Muse Productions, de Nova York.

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7 passos para manter seus clientes


Simplicidade e sonho viram negócio familiar

Por CamilaZanqueta em 3 de September de 2010

Por Karen Suenson

Sempre sonhamos em ter um negócio próprio que permitisse a nossa família passar mais tempo junta e a chegada do nosso filho Leonardo reforçou ainda mais esse desejo.  Procuramos muitos temas que nos seduzissem, mas nada encantava realmente nosso coração. Foi quando em novembro de 2009 perdemos nossa querida Vovó Catarina, neste momento veio a ideia.

Ela era a responsável por preparar, durante quase 30 anos, comidinhas nutritivas e saborosas para as crianças da escola que a família possui. Ela acordava cedinho e já se ocupava da missão do dia: incentivar o consumo de alimentos naturais. Várias crianças chegavam na escola com uma lista de “não gosto”. As mães relatavam que isso ou aquilo seus filhos não comiam, mas o que vivenciamos foi que com o carinho da Vovó, as crianças experimentavam novos alimentos e adquiriam um paladar mais saudável.

A Vovó tinha o dom de transformar qualquer comidinha simples em um prato delicioso. Quem provou seu talento sabe que os grandes diferenciais eram mesmo as pitadas de amor, dedicação e carinho que ela acrescentava nas receitas.  Nossa empresa surge após uma perda muito significativa que foi a partida da Vovó Catarina. Transformamos essa dor em sonho, entre a partida dela e abrirmos a Papinha da Vovó foram 6 meses de muito trabalho e dedicação!

Somos dois administradores apaixonados pela vida em família e com tanta agitação no dia a dia queríamos um negócio que respeitasse nossos valores e também fosse útil às pessoas. A criação da Papinha une esses objetivos e assim conseguimos ajudar os papais e mamães na alimentação de sua família mantendo costumes mais antigos de cozinhar com afeto mesmo. Todos os nossos pratos foram batizados com nomes de vovozinhas muito queridas. Perguntamos a todos os nossos amigos e familiares os nomes de suas matriarcas e assim carregamos a Papinha de histórias e carinho!

Nossos pratos abrangem 4 fases da alimentação: papas (introdução de alimentos), cremes (sopas macias e sem carne), sopas pedaçudas e comidinhas saudáveis. Com isso, atendemos clientes de 6 meses (defendemos a amamentação exclusiva até o 6º mês de vida) a 99 anos.  São mais de 300 vovozinhas no cardápio pois ele muda a cada estação do ano. Assim, temos pratos especiais para as quatro estações: primavera, verão, outono e inverno. Os clientes da Papinha só repetem o prato a cada 15 dias, o que garante um paladar diferente e inovador que tem agradado muito!

Todos os dias preparamos comidas fresquinhas e deliciosas, isentas de aditivos químicos. No cardápio dos bebês por exemplo: feijão branco com aspargos, usamos realmente aspargos frescos e nas comidinhas, quando se lê strogonoff no cardápio, ele é feito com creme de leite fresco, champignons frescos e ao invés de catchup, usamos molho de tomates fresquinhos com páprica doce. As famílias têm adorado e nos enviam feedbacks recheados de emoção!

Conseguimos criar um negócio que respeita nossa qualidade de vida. Nossa loja fica aberta das 10 as 14 horas e das 16 as 19horas. Ainda não estamos usufruindo essa rotina mais light pois eu, Karen, ainda estou no mundo corporativo enquanto o Rafa, meu marido, cuida da Papinha. Esse começo tem exigido bastante da gente. Tem dia que somos atendentes, entregadores, compradores.. tudo ao  mesmo tempo. Mas confiamos que em breve as coisas estarão bem melhor.

Já registramos a marca Papinha da Vovó no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e também temos direto autoral de todas as receitas. Temos até uma listinha de interessados em abrir nossa franquia em outras cidades! Aliás: tudo foi pensado para chegarmos logo a essa etapa.  Com tantos detalhes diários, receber o presente de fazer parte do Blog Pensando Grande está sendo o reconhecimento de um trabalho de dedicação! Acompanhamos o Extreme Makeover e lá seguimos a história da DeliCake. Quando vimos que o proprietário Elias já estava indo para sua primeira franquia, foi impossível não escrever dando parabéns. Claro que aproveitamos o e-mail para contar um pouco da nossa história e então o Elias encaminhou nosso e-mail para o Fernando Kimura, consultor de tecnologia para Pequenas e Médias empresas da Microsoft, que abriu as portas do Blog para dividirmos nossa história com vocês!

Em breve nosso site estará no ar e será possível conhecer um pouco mais da Papinha, enquanto isso, estamos presentes nas redes sociais: Twitter, Facebook e Orkut; Acompanhe nosso dia a dia e inspire-se: É MUITO BOM ACREDITAR NO SONHO, mas é necessário arregaçar as mangas e se dedicar com garra e vontade!

Karen Suenson é leitora do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade da autora.

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11 dicas para superar a objeção preço

Por CamilaZanqueta em 2 de September de 2010

Por André Silva

1. Não fale em preço antes de o cliente perguntar – Segure a ansiedade e não comente o preço no início da negociação, é fundamental ganhar a confiança do cliente e gerar credibilidade no relacionamento para, depois, comentar o preço. Na venda, existe o processo de amadurecimento que precisa ser levado em conta, a calma é fundamental neste momento. Caso o cliente pergunte e insista no preço logo de início, fale para ele e, após, continue apresentando o seu produto com todos os diferencias que ele possui;

2. Identifique os principais problemas do cliente – Porque o cliente deveria pagar o seu preço? Essa pergunta pode responder a questão dos descontos que os vendedores oferecem para os seus clientes. Uma maneira de fazer o cliente perceber valor no seu produto/serviço é conhecendo os principais problemas que vem enfrentando e mostrar que o investimento a ser realizado custa bem menos que os seus problemas atuais. Você sabe como fazer isso? Fazendo perguntas abertas e investigativas para que o cliente possa externar o seu ponto de vista e demonstrar as suas principais fragilidades. As perguntas abertas ajudam a entender melhor o problema do cliente e demonstra preocupação na resolução desses;

3. Dê algo extra para os clientes – Os clientes gostam de se sentir valorizados pelos seus vendedores, uma singela lembrança num momento oportuno pode fazer toda a diferença, entregue esse brinde no momento em que o cliente solicitar o desconto, dê o brinde e sustente o preço, é uma boa oportunidade para ambos ganharem, tornando a negociação agradável para ambas as partes;

4. Não baixe o preço na primeira solicitação – Se o cliente solicitar um desconto, logo de cara, não se intimide pensando que você é obrigado a oferecer, pelo contrário, nesse momento é importante explicar por que o seu produto/serviço possui esse preço, entende? Se você cede rápido demais, o cliente passa a não valorizar essa barganha, isso tem que ser conquistado com muito “suor” e, muitas vezes, ele só está tentando diminuir o preço para sair ganhando, mas, no fundo, está disposto a pagar o preço inicial ofertado;

5. A questão de preço está relacionada à percepção – O que é caro para mim pode não ser para o cliente. O que é barato para mim pode não ser também para o cliente. Existem preconceitos, opiniões, expectativas e julgamentos. É um erro julgar um prospect achando que o preço está alto demais para ele. Como você pode saber o que ele está disposto a pagar? Se você acreditar que o seu produto/serviço oferece soluções para os problemas do cliente, então confie no seu “taco” e mantenha-se firme na negociação;

6. Você merece obter lucro – A sensação de realização pelo trabalho efetuado é muito importante para o vendedor, a sua autoestima precisa estar em alta para que os seus resultados sejam satisfatórios. Você tem direito a uma compensação razoável pelo seu trabalho, e o que é razoável? Qualquer valor que convença os seus clientes na relação custo-benefício;

7. Se o cliente disser que o seu preço está alto demais, use essa técnica: Pergunte: “O preço está alto em relação a quê?” Ao preço do concorrente, a pouca percepção nos benefícios ou a alguma dúvida oculta? Descubra conforme a percepção do cliente porque que ele está achando alto e, posteriormente, use argumentos específicos para superar a objeção, o objetivo é saber o que está se passando na cabeça do cliente, paralelamente, ou seja, além do preço. Muitas vezes, ele está achando o preço alto porque o do concorrente está mais baixo, entre outros fatores;

8. Demonstre resultados – Mostre como o seu produto/serviço pode ajudar o cliente a resolver o seu problema, é como uma balança: o cliente vai pesar para ver se vale ou não o seu investimento, mas cabe a você (vendedor) demonstrar com entusiasmo os benefícios. Lembre-o de que o que realmente importa são os resultados finais, e não apenas o que está sendo pago;

9. Mostre com sutileza o lado negativo do preço mais baixo – Promova uma reflexão no cliente perguntando se ele já passou por uma experiência negativa na aquisição de um produto pagando um preço menor. As pessoas têm a memória muito falha e acabam se esquecendo de fatos importantes na hora de pagar um preço justo pela qualidade do produto ou serviço que vai adquirir. Cabe ao vendedor estar preparado para estabelecer esse diálogo aberto e criativo com o seu cliente;

10. Benefícios intangíveis – Credibilidade da empresa no mercado, qualidade do produto, treinamento dos funcionários, pós-venda, prêmios, confiança, etc. Estes benefícios são todos invisíveis, mas importantes na percepção do cliente. Qual o resultado de um soldado que vai para a guerra sem armas e munições? A derroa para o seu inimigo, assim é o vendedor, pois ele precisa ter várias ferramentas para superar a objeção, portanto, aproveite bem todos os argumentos que estão a sua disposição;

11. Solicitação de desconto é um ótimo sinal de compra – Não encare uma solicitação de desconto como uma ameaça, é uma ótima oportunidade para você convencer o cliente de que o preço que ele está pagando lhe trará ótimos benefícios. Se ele está solicitando desconto é porque tem interesse, então, aproveite este momento e feche o negócio.

André Silva é palestrante de motivação e vendas, seu e-mail de contato é  contato@palestranteandresilva.com.br.

André Silva é leitor do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo exclusivo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor.

Participe do concurso cultural ‘Como a TI pode ajudar a pequena empresa a pensar grande?’ e concorra a 4 ingressos para o maior evento de tecnologia da Microsoft: Tech Ed Brasil 2010.


Concurso Cultural: ‘Como a TI pode ajudar a pequena empresa a pensar grande?’

Por CamilaZanqueta em 1 de September de 2010

Sua chance de ganhar um convite para o Tech Ed – evento que reúne os melhores especialistas em TI do país

A tecnologia como aliada das pequenas empresas é um dos assuntos que sempre tratamos no Pensando Grande. Temos um público fiel de profissionais de TI – tecnologia da informação – que nos acompanha. O concurso cultural ‘Como a TI pode ajudar a pequena empresa a pensar grande?’  foi criado pensando nestes profissionais que trabalham com tecnologia no seu dia a dia e buscam cada dia mais profissionalização. As quatro melhores respostas para a pergunta ‘Como a TI pode ajudar a pequena empresa a pensar grande?’ ganharão uma inscrição para o Microsoft Tech Ed Brasil 2010. Esta edição do evento apresentará aos profissionais de TI e desenvolvedores inúmeros recursos técnicos com conteúdo preparado especialmente para o encontro. É uma excelente oportunidade para conhecer as últimas versões das soluções Microsoft e conversar pessoalmente com funcionários da empresa.

O objetivo é proporcionar aos participantes uma experiência repleta de oportunidades, troca de informações e atualização de conhecimentos que vão impulsionar ainda mais suas carreiras.  Os números do evento são animadores, em 2009 o evento reuniu 1600 participantes, 137 palestras e oito participações internacionais. Confira aqui os temas que serão abordados no evento.  O Microsoft Tech Ed Brasil 2010 acontece de 13 a 15 de setembro de 2010, no Expo Center Norte (em São Paulo).

Como participar

É muito simples participar. Basta responder à pergunta ‘Como a TI pode ajudar a pequena empresa a pensar grande?’  nos comentários deste post. Junto com sua resposta criativa escreva também seu nome completo, e-mail, telefone e endereço – precisamos destas informações para entrar em contato caso você seja um dos vencedores. Não se preocupe, seus dados pessoais não serão publicados. As respostas serão publicadas no dia 10.

Os quatro vencedores serão divulgados no dia 10 de setembro aqui no Pensando Grande, entraremos em contato também por telefone e e-mail (por isso não deixe de fornecer seus dados completos). Lembre-se a premiação não inclui transporte para o evento, que acontece na cidade de São Paulo. Veja aqui todas as informações sobre o Microsoft Tech Ed Brasil  e clique aqui para ter acesso ao regulamento completo.



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