Quanto preciso vender para não ter prejuízo?

Por CamilaZanqueta em 30 de July de 2010

O faturamento mensal mínimo de uma empresa deve ser suficiente para cobrir os custos fixos e variáveis, ele é chamado de Ponto de Equilíbrio (PE). Neste estágio, o negócio não está lucrando, mas também não apresenta prejuízo. Este cálculo é essencial para analisar a viabilidade de um empreendimento. Mas como calcular qual é o ponto de equilíbrio da sua empresa?

O professor de análise de investimentos da FIA – Fundação Instituto de Administração, Bolivar Godinho de Oliveira Filho,  destaca a importância do plano de negócios. “Por menor que uma empresa seja, é muito importante que ela faça um plano de negócios, quando uma sério de dados será levantada. O ponto de equilíbrio é um deles”, avalia Godinho.

Para exemplificar como é calculado o ponto de equilíbrio Godinho utilizou um exemplo prático, veja abaixo:

Empresa: loja de bolsas

Preço das bolsas vendidas: R$ 150,00

Custo de cada bolsa para o empresário: R$ 70,00

Custos fixos: R$ 10.000,00

Como calcular os custos fixos?

Os custos fixos são todos aqueles que a empresa arca independente das vendas. Exemplos: aluguel, salários, encargos, infraestrutura etc.

Vamos calcular a margem de contribuição deste produto, ou seja, o quanto ele colabora para quitar os custos fixos da empresa.

Margem de contribuição = Preço de Venda – Custo do Produto

Neste caso temos:

R$ 150,00 – R$ 70,00 = R$ 80,00

Com estes dados reunidos vamos calcular quantas bolsas a loja precisa comercializar para que seus custos fixos sejam pagos, assim encontraremos o ponto de equilíbrio:

Ponto de equilíbro = Custo fixo / margem de contribuição unitária

Ponto de equilíbrio = R$ 10.000,00 /  R$ 80,00

Ponto de equilíbrio = 125 bolsas

Este é um exemplo simples, com apenas um tipo de produto sendo considerado. Com a empresa com diversos produtos é preciso calcular a margem de contribuição ponderada, avaliando quanto cada produto representa no faturamento da empresa.

“Se o empresário constatar que não atingiu seu ponto de equilíbrio deve avaliar estratégias mercadológias para aumentar sua receita ou atuar na redução de seus custos fixos”, explica Godinho.

Para o professor, o planejamento é fundamental ao abrir um negócio. “As pessoas ficam entusiasmadas ao começaram uma empresa, mas não gastam tempo no planejamento, é preciso pesquisar bastante”, avalia Godinho. Mesmo que você já esteja com a empresa aberta, ele aconselha que o plano de negócios seja feito. “É preciso investir em pesquisa, estudar a concorrência, aprender na tentativa e erro é muito caro e desgastante”, finaliza.

Você sabe calcular o preço do seu produto ou serviço? Veja aqui como fazer!


Como escolher o enquadramento tributário de sua empresa

Por CamilaZanqueta em 29 de July de 2010

O Brasil possui três regimes tributários para as micro e pequenas empresas: Simples, lucro real e presumido. Cabe ao empresário verificar em qual pode enquadrar-se e também qual deles é o mais adequado à sua empresa. “O contador da empresa é a fonte de consulta principal nesta escolha, há também a opção de um consultor para fazer o planejamento tributário”, avalia Laecio Barreiros, da L&Barreiros Controladoria, especializada em pequenas e médias empresas. O custo de um consultor para este trabalho varia de R$70 a R$200 por hora.

Para o especialista, a escolha de um bom escritório de contabilidade é fundamental. “Se afaste de um contador em que você seja só mais número, busque assessoria dedicada e desconfie quando o valor é muito baixo, neste caso, a máxima ‘o barato sai caro’ é válida”, explica Barreiros. A definição do enquadramento tributário deve ser precedida de planejamento, para Barreiros, fazer simulações com cada modalidade no plano de negócios é essencial. “É preciso estudar as opções disponíveis para que a mais adequada seja adotada. A ajuda de um profissional neste momento é importante”, afirma.

Confira abaixo detalhes de cada opção disponível para ajudá-lo em seu planejamento:

Simples

Quem pode?

Microempresas com faturamento até R$ 240 mil ao ano e empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$2.4 milhões.

Empresas que estejam na classificação nacional de atividades econômicas como indústrias, comércios e alguns serviços não técnicos. Clique aqui para ter acesso a todas as informações sobre quais empresas podem optar pelo Simples.

Vantagens

A unificação de impostos é a principal vantagem do Simples, as alíquotas variam de 4% a 12% de acordo com a categoria em que a empresa está inserida. Veja quais impostos são unificados:

Federais: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o PIS/Pasep; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Estaduais: Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

Municipal: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Folha de pagamento: INSS – Contribuição Patronal Previdenciária (CPP).

Desvantagens

“Algumas grandes empresas evitam comprar de empresas optantes do Simples pois não terão o crédito do ICMS, assim elas pressionam por descontos”, explica Barreiros.

Lucro presumido

Nesta modalidade, como o próprio nome diz, o lucro da empresa é presumido de acordo com a categoria do negócio. Assim, os impostos sobre lucro incidirão sobre a portecentagem do faturamento pré-definida pelo governo:

Serviços: 30%

Comércio: 16%

Indústria: 8%

Acompanhe um exemplo dado pelo consultor Laecio Barreiros:

Empresa da área de serviços que tenha faturamento de R$ 100.000. Se optar por lucro presumido, ele será de R$ 30.000 – independente de seu lucro real. Os impostos sobre lucro (IRPJ e CSL) incidirão sobre 30% do faturamento, neste caso R$ 30.000, mesmo que a empresa lucre mais ou menos.

Vantagens

A modalidade é vantajosa caso a empresa apresente margens de lucro superiores às definidas.

Desvantagens

As empresas tributadas pelo lucro presumido não têm os créditos do PIS e COFINS no sistema não cumulativo.

Lucro real

Neste caso, os impostos que pagos sobre o lucro (IRPJ e CSL) serão calculados de acordo com o lucro real obtido pela empresa, ou seja, a receita debitada dos custos e despesas. Clique aqui para ter acesso aos detalhes sobre como calcular o lucro real.

Vantagens

Caso haja prejuízo, a empresa não será tributada, e utilização dos créditos do PIS e COFINS.

Desvantagens

Caso haja picos de lucro, a empresa pagará mais impostos. Outro ponto relevante é nível de exigência nos controles e na contabilidade, pois algumas despesas não são consideradas como dedutíveis para o cálculo do lucro real.

Como e quando definir

O planejamento tributário deve fazer parte do cotidiano da empresa. “É uma decisão estratégica que pode determinar o sucesso ou não de um negócio, uma decisão errada pode resultar em falência”, alerta Barreiros.

Antes de abrir uma empresa as simulações para o enquadramento tributário devem ser feitas no plano de negócios, mas não termina por aí. Anualmente a empresa deve planejar o futuro tributário e comparar novamente os sistemas disponíveis.

Apesar de assustar muitos empreendedores, o planejamento tributário não pode ser deixado de lado. “Pensar com antecedência, fazer simulações, preparar e buscar profissionais que possam contribuir”, aconselha Barreiros.

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Microcrédito sem sair de casa

Por CamilaZanqueta em 28 de July de 2010

Você abandonaria uma carreira de 14 anos em um dos maiores bancos privados do país? Eldes Mattiuzzo, um economista com 17 anos de experiência no mercado financeiro, deixou um ótimo cargo no Unibanco e partiu para uma empreitada empreendedora. “Vi que tinha uma grande oportunidade ainda não explorada no Brasil, não deixei de aproveitar, parti para um vôo solo e fui ganhar dinheiro para mim”, assim que Mattiuzzo justifica sua atitude, que para muitos parece mais uma loucura.

Assim nasceu a Fair Place em abril de 2010, uma plataforma que reune pessoas interessadas em tomar empréstimos com outras interessadas em emprestar dinheiro tudo pela Internet. O negócio de Mattiuzzo é novidade no Brasil, mas já está consolidado nos Estados Unidos, China e em países europeus. Em 2008 o empreendedor conheceu um site norte-americano que realiza empréstimos pela web e permite que investidores escolham para quem emprestar seu dinheiro,  Mattiuzzo viu neste negócio uma grande oportunidade e decidiu apostar suas fichas nesta ideia. O economista já acumulava uma experiência que ele destaca como empreendedora. “Trabalhei em uma joint venture, que era uma associação da Ipiranga com o Unibanco para criar uma nova empresa. Estive no comando desde seu início, montei a empresa do zero e a fiz crescer, a diferença, neste caso, é que a empresa não era minha”, conta Mattiuzzo.

Entre o desligamento de Mattiuzzo do banco até o lançamento da Fair Place passaram um ano e dois meses, período totalmente dedicado a desenvolver a Fair Place. Seis meses foram dedicados à legalização da empresa e oito ao desenvolvimento da plataforma. “Tudo que é novo, inédito, requer muito estudo, nos policiamos para somente lançar o produto quando estivesse completamente aprovado juridicamente”, comenta Mattiuzzo. Outro desafio foi quanto ao capital investido, neste caso, 100% dos recursos são dos quatro sócios envolvidos. Havia um cuidado muito forte no gerenciamento do capital, o objetivo de ter o produto funcionando muito bem com o recurso inicial foi alcançado.

Como funciona

O Fair Place facilita o encontro de tomadores de crédito e investidores. Aqueles que desejam conseguir um empréstimo devem preencher um perfil, informar o valor que deseja, a finalidade do dinheiro e a taxa de juros que está disposto a pagar. O site faz então uma classificação de risco, avaliando se a pessoa é uma boa pagadora ou não, informação que ajudará na decisão dos investidores, o valor máximo para empréstimo é de R$ 5 mil. “Trabalhamos com microcrédito, nosso foco são os microempreendedores e microempresários”, explica Mattiuzzo. O investidor escolhe para quem ele emprestará seu dinheiro, avaliando perfil, necessidades, grau de risco e juros oferecidos pelo tomador.

O site é dividido em categorias de empréstimo, a maioria dos pedidos está concentrada em dívidas com 40%, seguido dos relacionados a negócios, com 25%. Para os empreendedores que pretendem fazer um empréstimo por meio do Fair Place,  o criador do site dá as dicas:

Faça uma boa descrição, explique a finalidade do dinheiro e o retorno que isso trará ao seu negócio;

A classificação de crédito de pessoa física também tem peso alto na decisão do investidor;

O valor da parcela de pagamento não deve comprometer mais que 30% da sua renda.

Leia mais sobre crédito para pequenas empresas nestes posts: Investidores anjos são opção para alavancar empresas iniciantes, Dicas de crédito para pequenos e médios empresários, Como escolher um investidor capitalista e Como conseguir microcrédito para o seu negócio.

Para quem quer investir, a dica é emprestar pequenos valores para várias pessoas, assim o risco é pulverizado. Além da questão altruísta de ajudar alguém conhecendo a causa, o retorno sobre o investimento é atraente. “No mês de maio o retorno médio para os que emprestaram dinheiro foi superior a 2%, enquanto, no mesmo período, a poupança rendeu 0,5% e CDI cerca de 0,75%”, explica Mattiuzzo.


Opção de financiamento: Cartão BNDES

Por CamilaZanqueta em 27 de July de 2010

Financiamento é um assunto que tira o sono de empreendedores, as dificuldades em encontrar crédito e a escolha da opção mais adequada tomam boa parte do tempo de pequenos e médios empresários. O Pensando Grande já falou sobre este tema em diversos posts, clique aqui para ler. Hoje vamos falar sobre uma opção para micro, pequenas e médias empresas: o cartão BNDES.

Este produto é um cartão de crédito para financiar a compra de máquinas, equipamentos, veículos e outros bens de produção em até R$ 1 milhão. As compras devem ser feitas diretamente de fornecedores credenciados no portal do Cartão BNDES, ou seja, há uma lista prévia de empresas com as quais o empresário poderá fazer negócios, clique aqui para buscar quais produtos podem ser adquiridos nesta modalidade de crédito.

“As vantagens que podemos apontar no cartão BNDES são a baixa taxa de juros, comparada às praticadas pelos bancos comerciais, e o crédito pré-aprovado”, avalia Dariane Castanheira, professora do PROCED/FIA – Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração, Fundação constituída e mantida por Professores do Departamento de Administração da FEA/USP, e especialista em pequenas empresas. Outro destaque feito pela professora é sobre a importância de planejamento ao solicitar crédito. “A escolha da fonte de crédito deve ser o segundo passo. Antes a empresa deve focar em seu plano de negócios, definir as estratégias de ação com projeção de cinco anos e desenhar um plano financeiro”, explica Dariane.

Ao solicitar um empréstimo, é preciso ter em mente qual o retorno que este investimento trará ao negócio. “A utilização do crédito deve ser planejada, a empresa tem que saber se o investimento trará ganhos para a empresa. Por exemplo, se o objetivo é aumentar vendas será necessário aumentar a produção, para isso, a empresa precisa de uma nova máquina”, alerta a professora. Para fazer este cálculo, Dariane indica a seguinte fórmula:

ROI (Retorno sobre investimento) = lucro líquido / investimento

Para solicitar o cartão o faturamento bruto anual da empresa não pode ultrapassar R$ 90 milhões, também é necessário não ter débito com INSS, FGTS, RAIS e tributos federais, a lista com todos os requisitos está no Portal do Cartão BNDES. Todas as compras são online e devem ser realizadas no Portal do Cartão BNDES. Para que o pequeno empresário saiba exatamente quanto vai pagar pelo dinheiro financiado o BNDES disponibiliza um simulador de parcelas, basta inserir o valor financiado e as opções de parcelamento serão apresentadas.

As principais vantagens nesta modalidade de financiamento é ter crédito rotativo pré-aprovado, financiamento em até 48 meses com prestações fixas e taxa de juros atrativa, é possível consultar nesta página qual a taxa de juros em cada mês. Os bancos Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Nossa Caixa e Banrisul são emissores do cartão BNDES. “É importante ficar de olho na taxa de juros e prazo de carência”, finaliza Dariane.

Leia mais sobre crédito para pequenas empresas aqui.

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Como conseguir microcrédito para seu negócio

Por CamilaZanqueta em 26 de July de 2010

O microcrédito é um tipo de financiamento voltado exclusivamente para micro e pequenos negócios e, assim, uma ferramenta de inclusão econômica e social, já que fomenta pequenos empreendimentos, gerando ocupação, emprego e renda.  Uma alternativa viável e menos burocrática de acesso a recursos para os pequenos negócios, o Pensando Grande buscou algumas opções disponíveis no Brasil nesta modalidade de crédito para ajudar o empreendedor a encontrar a mais adequada a sua empresa.

Na maioria dos programas o crédito é concedido por um agente que repassa o valor do empréstimo. Organizações Não Governamentais (ONG), Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (SCM) entre outras estão entre as instituições responsáveis por intermediar o empréstimo. Em cada programa abaixo você encontrará o link para a lista de agentes que podem fornecer o microcrédito.

Microcrédito Caixa

O microcrédito da Caixa atende empreendedores formais e informais que desejem adquirir equipamentos, matéria-prima, capital de giro ou melhorar a infraestrutura de seu negócio. O valor mínimo é de R$ 250 e o máximo de R$ 15 mil, conforme o empreendedor comprove aumento na capacidade de pagamento, o banco amplia o valor do empréstimo nas concessões seguintes.

Para ter acesso a este crédito, é preciso que o empresário procure uma IMF – Instituições de Microfinanças, clique aqui para acessar a lista completa de IMFs parceiras da Caixa, seus e-mails e telefones de contato. O prazo de pagamento é de até 24 meses.

Programa BNDES de Microcrédito – BNDES Microcrédito

O BNDES Microcrédito visa apoiar projetos que utilizem o microcrédito como instrumento de inclusão social, complementação de políticas sociais ou promoção do desenvolvimento local. A receita bruta do negócio a ser financiado deve ser igual ou inferior a R$ 240 mil. O valor máximo de financiamento é de R$ 15 mil.

Assim como o microcrédito da Caixa, o acesso ao programa é feito por meio de instituições que repassam os valores. Neste link está a lista completa de agentes repassadores de crédito do BNDES, estas são as instituições que o empresário deve procurar para ter acesso ao crédito.

Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado – PNMPO

O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado – PNMPO teve início em 2005 com objetivo de fomentar o microcrédito produtivo. Neste programa são aptas pessoas físicas e jurídicas com renda bruta anual de até R$ 120 mil.

Instituições habilitadas repassam os recursos do governo federal neste programa, clique aqui para ter acesso a lista de agentes que podem conceder crédito do PNMPO. Para solicitar empréstimo junto às instituições mais próximas ao seu negócio é preciso preencher um formulário online.

Microinvest – Unibanco

A Microinvest é uma parceria entre o Unibanco e o IFC (International Finance Corporation) – Banco Mundial. O objetivo do programa é ampliar a oferta de microcrédito produtivo para o pequeno empreendedor. O valor do crédito pode variar entre R$ 400 e R$ 10 mil e o número de parcelas para pagamento varia de 9 vezes, quando o empréstimo é para capital de giro, a 15 vezes, quando o valor for utilizado para ativos fixos. Não é preciso ter negócio formalizado para solicitar este microcrédito.

Microcrédito Banco do Brasil

O programa do Banco do Brasil é voltado para correntistas da instituição com renda mensal de até R$ 1 mil, além de aposentados e pensionistas do INSS com benefício mensal no valor de até dois salários mínimos. Clique aqui para ter acesso aos prazos de pagamento e taxas de juros.

Banco do Povo – exclusivo para estado de São Paulo

O Banco do Povo fornece crédito para empreendedores formais ou informais, cooperativas ou formas associativas de produção ou trabalho. Existem duas linhas: capital de giro, para compra de mercadorias e matérias-primas industrializáveis, conserto de máquinas, equipamentos e veículos; e investimento fixo, para compra de máquinas, equipamentos, veículos e ferramentas. O valor de crédito varia de R$ 200 a R$ 25 mil. Clique aqui para conferir as taxas de juros praticadas e os prazos de pagamento.

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