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Listando Artigos de 08/2010

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Por Jeff Wuorio

Quando se trata do site da sua empresa, não faltam conselhos sobre o que é necessário ter nele. Porém, pouco é dito sobre aqueles elementos que não são recomendáveis. E isso é muito ruim, pois um mau planejamento do seu site pode levá-lo a perder negócios, a ter problemas com a segurança, a perder visitas e a passar por outras situações desagradáveis.

No entanto, os erros podem ser afastados. Existem nove itens que devem ser evitados.

1. Sua foto na página inicial. É verdade. Muitos especialistas em internet dizem que, embora a sua foto possa parecer um ato de boas-vindas, ela pode desviar o visitante da finalidade do site. É como se você estivesse conhecendo alguém e, em vez de perguntar ‘como vai?’ primeiramente, você dissesse ‘eu estou ótimo’”, diz a consultora Larina Kase. “Seu site deve se dedicar ao visitante, não a você. Primeiro, você precisa que ele fique interessado.”

2. Overdose visual (e de áudio). Esse problema pode aparecer em diversas quantidades e formas. Pode ser uma página em Flash que causa tontura ou fotos de tudo, desde clientes até seus bichinhos de estimação. O primeiro caso parece um esforço sem propósito. O segundo, uma distração confusa (e pouco profissional). Além disso, introduções sofisticadas com músicas altas podem demorar muito para serem carregadas e fazer com que os usuários desistam.”Ter um site supertécnico é bom apenas para alguns negócios”, afirma Ruth Atherley, sócia de uma empresa de relações públicas. “Porém, a tecnologia tem que estar lá por algum motivo” e não apenas para impressionar as pessoas.

3. Muitas opções confusas no menu. É claro que você quer oferecer aos seus visitantes várias páginas e recursos. Mas deve manter a estrutura do site simples, para que os usuários não fiquem tontos com tantas possibilidades. Não tenha um menu com vinte opções, as pessoas conseguem manter de cinco a nove informações na memória por vez. Não ultrapasse esse limite ou elas ficarão sobrecarregadas e sairão do seu site.

4. Informações que poderiam causar violação de privacidade ou segurança. Isso depende, de certa forma, da natureza do seu site e da sua empresa e, talvez, do seu próprio nível de conforto. Mas é essencial revisar o conteúdo do seu site para verificar se existem materiais que podem levar a violações de segurança ou privacidade. Simplificando, isso significa manter fotos, endereços de e-mail e detalhes de funcionários longe do site. Mais detalhadamente, a maneira como você estrutura as páginas e até como escreve as mensagens de erro podem revelar que tipo de servidor ou hospedagem você usa. São coisas que você não quer que os todos saibam. Peça que um especialista em segurança ou mesmo um advogado analise seu site para ver se ele oferece alguma informação que pode ser usada da maneira errada se cair em mãos erradas.

5. Informações que podem dar dicas para concorrentes. As pessoas responsáveis pela programação das informações da empresa em sites devem “pensar como ladrões”, diz um especialista em segurança na internet. Dessa forma, há menos chances de elas colocarem informações que os concorrentes podem roubar ou usar para recolher dados. Algumas informações podem parecer inofensivas sozinhas, mas, juntas, podem revelar mais do que você deseja sobre suas práticas comerciais, parceiros, clientes e organização interna. Mais uma vez, um especialista para analisar o seu site pode ser de grande valor.

6. Gírias inadequadas e linguagem técnica. O objetivo da maioria dos sites é informar a possíveis clientes o que a empresa faz e, com sorte, fazê-los entender porque devem usar esses produtos e serviços. Isso fica difícil quando a linguagem usada no site é muito técnica ou tem muitas gírias que as pessoas comuns não conseguem decifrar. O conteúdo deve ser claro e direto. Se for necessário, peça que alguém que não entende do assunto leia o site e veja se está fácil de entender.

7. Conteúdo que faz a sua empresa parecer boa demais para ser verdade. Sim, você está tentando vender alguma coisa por meio do site. Mas conteúdo publicitário (inclusive detalhes de produtos e depoimentos de clientes) que elogiam mais do que informam com certeza vão afastar vários visitantes. Não faça seu site virar uma propaganda. Torne-o uma conversa interativa com seu público.

8. Quadro de bate-papo ou comentários sem supervisão. Se você quiser uma área de bate-papo ou comentários em um blog corporativo, use um moderador para aprovar todas as mensagens antes de publicá-las. Isso evita propagandas que não interessam, comentários desagradáveis, possíveis quebras de segurança e outros problemas.

9. Links que não funcionam e materiais desatualizados. Nada pode enganar ou desviar nossos visitantes mais do conteúdo claramente desatualizado ou sem importância. O mesmo vale para links que levam os usuários para as páginas erradas. Revise seu site regularmente para verificar se links e conteúdos mudaram ou ficaram no passado.

Jeff  Wuorio é especialista norte americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

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Os negócios de pequeno e médio porte são a base da economia brasileira, representam 97,5% do total de empresas estabelecidas no Brasil. Pesquisa realizada pela Microsoft em cinco países revelou que o investimento em tecnologia é uma das prioridades este ano para o segmento, dados apontam que o aumento médio esperado com TI – Tecnologia da Informação – é de 16%. O objetivo é otimizar os negócios, cortar custos, alavancar oportunidades e alcançar resultados ainda mais positivos.

Mas para que o investimento não se tornar um pesadelo há um personagem fundamental: o profissional de tecnologia. Para saber um pouco mais sobre o assunto o Pensando Grande conversou com Edmilson Bertoni,  Diretor Geral da Ka Solution Tecnologia, empresa que forma 15 mil alunos todos os anos em mais de 200 cursos relacionados à tecnologia. “Existe uma forte demanda por profissionais especializados, temos treinamentos para área de infraestrutura e para desenvolvimento”, explica Bertoni. Um especialista preparado é capaz de indicar a solução mais adequada à necessidade momentânea e futura da empresa.

Com a ajuda de Bertoni preparamos 3 dicas básicas para ajudar o empreendedor que busca um profissional de tecnologia:

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Recentemente foi lançado nos Estados Unidos o livro “The Control Freak Revolution” (A Revolução dos Centralizadores – em tradução livre, ainda não há versão em português), de autoria de Cheryl Cran, especialista em liderança e consultora de grandes empresas no país. A autora conta que a obra é fruto de sua própria experiência, durante onze anos ela não contratou ninguém e viu seu negócio estagnado, isso porque não acreditava que alguém seria capaz de fazer tarefas corretamente. Cran confiava apenas em seu trabalho, centralizou atividades e viu seu negócio parado. Este é um traço característicos de empreendedores.

Hoje a autora do livro tem uma assistente pessoal, uma equipe de cinco pessoas e empresas terceirizadas que a ajudam nas áreas de web e contabilidade. Cran afirma que teve que aprender a confiar em outras pessoas. Para ela a dica é começar devagar, contratar uma assistente por meio período, por exemplo, e delegar tarefas básicas, como cuidar da agenda e da rotina de telefonemas. A partir desta decisão a confiança será construida.

Para Cran, é natural querer estar sempre no controle e muitas pessoas ainda não aprenderam a delegar, o que, para ela, é uma arte. Um executivo que dirige uma grande empresa provavelmente possue assistentes para facilitar sua vida, empreendedores – que cuidam de todas as áreas de um negócio – também precisam de ajuda.

Em entrevista ao site Entrepreneur.com, dedicado a empreendedores, Cran deu algumas dicas para que você descubra se é realmente um controlador. Se você responder sim para alguma das questões abaixo, provavelmente você tem problemas com centralização:

Você tem orgulho de nunca tirar férias?

Você sempre sente raiva quando outros te decepcionam?

Você está sempre ‘super atarefado’?

As pessoas com quem trabalha fazem muitas perguntas (pois temem estarem fazendo algo errado)?

Você realmente acredita que ninguém pode fazer o que você faz?

Você faz tantas checagens com seus empregados que eles parecem incomodados.

É preciso encontrar um equilíbrio, estar no comando sem controlar e centralizar demasiadamente. Robert Sutton, professor da Universidade de Stanford, deu dicas ao site Entrepreneur.com sobre como manter o comando de maneira positiva:

Fale mais que os demais – mas não o tempo todo, saiba ouvir.

Deixe claro para seus empregados o que você gosta ou não.

Pergunte às pessoas o que elas precisam, dê isso a elas.

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