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Ferramenta online ajuda pequena empresa fazer planejamento de marketing

01/1/2010

Já falamos aqui no Pensando Grande sobre a importância do planejamento de marketing nos negócios de pequeno porte, é preciso saber qual o rumo que sua empresa tomará, para definir o futuro da sua empresa é preciso planejar. Com planejamento há mais chances de alcançar os objetivos traçados. Mas na correria do dia a dia, os pequenos empresários enfrentam dificuldades para investir tempo e dinheiro em planejamento na área de marketing. Outra necessidade é a de orientação: como fazer, por onde começar, o que abordar? Uma das opções para elaborar um plano de marketing é a Click Marketing, uma ferramenta online e gratuita do Sebrae. O objetivo da ferramenta é auxiliar no estudo dos pontos fortes e fracos da pequena empresa e auxiliá-la a cada passo na criação de um plano de marketing.

A  Click Marketing auxilia o empreendedor na construção e acompanhamento do seu plano de marketing. O acesso ao seu  plano é feito pela internet, ou seja, você poderá trabalhar nele a qualquer momento e de onde estiver. Enquanto está construindo seu plano a solução mostra dicas e  exemplos. A ferramenta ainda conta com tutores, profissionais preparados para orientar e tirar as dúvidas dos empreendedores por e-mail. O tempo estimado para a criação do plano é de 45 minutos.

Confira abaixo a estrutura sugerida pela Click Marketing para o plano básico de marketing:



Motivação

Nessa etapa você irá indicar qual é o seu objetivo em elaborar seu Plano de Marketing. É importante responder a esta pergunta logo no início para situar o trabalho e responder o restante das perguntas em função deste foco.

Análise de Ambiente

Na etapa de Análise de Ambiente você irá avaliar e indicar suas Oportunidades e suas Ameaças. Para cada item, você deve pensar em todos os aspectos externos ao seu empreendimento, que está fora de seu controle, tanto os positivos (Oportunidades), quanto os aspectos negativos, que podem atrapalhar seu negócio (Ameaças).

Objetivos Estratégicos

Nessa etapa você irá estabelecer objetivos para que possa medir se suas metas foram alcançadas. Com isso, você irá direcionar o seu negócio e motivar sua equipe. Esses objetivos são estabelecidos anualmente e se referem ao médio e longo prazo. Esse procedimento precisa ser bem definido desde o início, pois é a base para determinar os recursos necessários para implantar seu Plano.

Diferencial

Nessa etapa, você irá refletir e descrever sobre os diferenciais de seu produto ou serviço. Essa etapa é importante, pois sem diferencial você será apenas mais um.

Plano de Ação e Monitoramento

Nessa etapa, você irá preencher listas que lhe permitirão verificar constantemente se seu negócio está no caminho certo. Essa verificação é bastante importante, pois, por mais que um plano seja bem elaborado, se não for atualizado e utilizado, ficará defasado e não terá serventia. O Plano de Ação compreende: Ações de ajuste de Mix de Marketing; Ações de campanha de comunicação, propaganda e promoção; Metas; Orçamento e execução financeira.

Análise Interna

Nessa etapa você irá avaliar e indicar seus Pontos Fortes e seus Pontos Fracos. Esse processo é essencial para saber com que atividades você terá mais facilidade para se destacar e quais deveria evitar para, então, buscar parceiros ou apoio profissional de quem domina estas outras áreas.

Identificação da Oportunidade

Nessa etapa, você deve refletir e indicar como poderá atender às necessidades e desejos dos consumidores. A compreensão da necessidade do consumidor é uma oportunidade fundamental para saber direcionar sua estratégia de Marketing.

Perfil dos Clientes

A etapa de Perfil dos Clientes fará você identificar corretamente o perfil de seu cliente ideal, ajudando a direcionar e concentrar seus investimentos de Marketing em um ou mais segmento(s).

Mix de Marketing

O Mix de Marketing é uma das etapas mais importantes de seu Plano de Marketing. Aqui você irá definir suas estratégias de atuação no mercado, com base em todas as informações que você já preencheu. As estratégias abordadas aqui compreendem: Estratégia de Produto/Serviço; Estratégia de Preço; Estratégia de Distribuição ou Ponto; Estratégia de Comercialização; Estratégia de Comunicação, Propaganda e Promoções.

Fonte da estrutura: página Click Marketing

Para utilizar a ferramenta basta fazer o cadastro na página da Click Marketing.

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Como criar uma empresa produtiva

11/11/2010

*Christian Barbosa

Um dos grandes fatores que implica diretamente na capacidade da empresa crescer e se tornar lucrativa são a gestão da sua produtividade. Empresas desorganizadas, bagunçadas e cheias de urgências tem a tendência a falhar, perder dinheiro, talentos e sair do ciclo de crescimento.

Desde que lançamos o programa Neotriad SMB, com foco em aumentar a produtividade de pequenas e médias empresas, é visível que independente do setor e do tamanho, a falta de métodos de produtividade se torna uma barreira para a empresa dar um próximo passo.

Assim, listo os três fatores que ajudam a mudar esse paradigma na empresa:

1 – Tudo começa com o Empreendedor

Empreendedores sem tempo, urgentes e ansiosos criam uma empresa urgente, sem tempo e cheia de profissionais ansiosos. Se o empreendedor não procurar iniciar uma mudança pessoal na forma como ele gerencia seu tempo e como conduz a empresa, não há milagre.

O empreendedor precisa dar um próximo passo na busca de aprender a gerenciar seu tempo, buscar modelos de gestão e produtividade para a empresa e ter persistência de aplicá-los e dar o exemplo no grupo. Todo empreendedor deveria ler sobre gestão de tempo, deveria ser tão obrigatório quanto ter um plano de negócios!

2 – Sua empresa tem Metas de verdade?

Apesar de ser o item mais comentado em qualquer cursinho de gestão, poucas empresas sabem definir bons objetivos, com planos de ações viáveis. Quando se fala em desdobrar a meta para a equipe é outra utopia. Existe muita intenção, mas pouca prática nesse assunto.

Eu tenho trabalhado um conceito em metas que chamei de BLACKHOLE (buraco negro), que na verdade é um ponto central de concentração de energia no universo, tão poderoso e focado que puxa tudo para dentro dele. Esse conceito aplicado a empresa é perfeito, ou seja, não precisa ter 10 metas, tenha uma única meta central, que alinha toda a sua estratégia e as suas outras metas.  Leia mais sobre o assunto aqui:

http://blog.maistempo.com.br/2010/07/29/blackhole-qual-o-buraco-negro-da-sua-empresa/

3 – Check-Lists

Boa parte das urgências na empresa são geradas por esquecimentos, falhas de comunicação, tarefas não muito claras, falhas em processos, etc. Uma das formas mais simples e básicas de mudar esse padrão é a criação de simples “check-lists”, que dizem exatamente o que cada pessoa deve fazer para completar uma determinada atividade. Transforme suas principais urgências em “check-lists” e observe que elas vão migrar de urgente para importante.

Nos EUA, vários hospitais adotaram o padrão de “check-list” para seu corpo clínico evitar esquecimentos (tipo uma tesoura dentro do seu corpo). Inclusive em cirurgias os médicos têm de “ticar” se a atividade foi feita.

Repare que não falei de processos. Mapeamento de processos é a evolução do check-list, mas para a pequena e média empresa isso é tão utópico que quem tentou fazer, raramente terminou e quando terminam se torna tão complexo que não conseguem aplicar.

Empreendedor: é possível ter mais tempo para a empresa, para a família e para você viver. Não precisa se matar para fazer a empresa crescer. O problema não é a falta de tempo, mas é como você tem usado seu tempo. Parta desse princípio, busque mais informações e tenha uma nova era na sua empresa e na sua vida!

Use seu tempo com muita sabedoria e até uma próxima oportunidade.

*Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em Reunião e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro.

Christian Barbosa é leitor do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor.

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Quanto preciso vender para não ter prejuízo?

30/30/2010

O faturamento mensal mínimo de uma empresa deve ser suficiente para cobrir os custos fixos e variáveis, ele é chamado de Ponto de Equilíbrio (PE). Neste estágio, o negócio não está lucrando, mas também não apresenta prejuízo. Este cálculo é essencial para analisar a viabilidade de um empreendimento. Mas como calcular qual é o ponto de equilíbrio da sua empresa?

O professor de análise de investimentos da FIA – Fundação Instituto de Administração, Bolivar Godinho de Oliveira Filho,  destaca a importância do plano de negócios. “Por menor que uma empresa seja, é muito importante que ela faça um plano de negócios, quando uma sério de dados será levantada. O ponto de equilíbrio é um deles”, avalia Godinho.

Para exemplificar como é calculado o ponto de equilíbrio Godinho utilizou um exemplo prático, veja abaixo:

Empresa: loja de bolsas

Preço das bolsas vendidas: R$ 150,00

Custo de cada bolsa para o empresário: R$ 70,00

Custos fixos: R$ 10.000,00

Como calcular os custos fixos?

Os custos fixos são todos aqueles que a empresa arca independente das vendas. Exemplos: aluguel, salários, encargos, infraestrutura etc.

Vamos calcular a margem de contribuição deste produto, ou seja, o quanto ele colabora para quitar os custos fixos da empresa.

Margem de contribuição = Preço de Venda – Custo do Produto

Neste caso temos:

R$ 150,00 – R$ 70,00 = R$ 80,00

Com estes dados reunidos vamos calcular quantas bolsas a loja precisa comercializar para que seus custos fixos sejam pagos, assim encontraremos o ponto de equilíbrio:

Ponto de equilíbro = Custo fixo / margem de contribuição unitária

Ponto de equilíbrio = R$ 10.000,00 /  R$ 80,00

Ponto de equilíbrio = 125 bolsas

Este é um exemplo simples, com apenas um tipo de produto sendo considerado. Com a empresa com diversos produtos é preciso calcular a margem de contribuição ponderada, avaliando quanto cada produto representa no faturamento da empresa.

“Se o empresário constatar que não atingiu seu ponto de equilíbrio deve avaliar estratégias mercadológias para aumentar sua receita ou atuar na redução de seus custos fixos”, explica Godinho.

Para o professor, o planejamento é fundamental ao abrir um negócio. “As pessoas ficam entusiasmadas ao começaram uma empresa, mas não gastam tempo no planejamento, é preciso pesquisar bastante”, avalia Godinho. Mesmo que você já esteja com a empresa aberta, ele aconselha que o plano de negócios seja feito. “É preciso investir em pesquisa, estudar a concorrência, aprender na tentativa e erro é muito caro e desgastante”, finaliza.

Você sabe calcular o preço do seu produto ou serviço? Veja aqui como fazer!

Como escolher o enquadramento tributário de sua empresa

29/29/2010

O Brasil possui três regimes tributários para as micro e pequenas empresas: Simples, lucro real e presumido. Cabe ao empresário verificar em qual pode enquadrar-se e também qual deles é o mais adequado à sua empresa. “O contador da empresa é a fonte de consulta principal nesta escolha, há também a opção de um consultor para fazer o planejamento tributário”, avalia Laecio Barreiros, da L&Barreiros Controladoria, especializada em pequenas e médias empresas. O custo de um consultor para este trabalho varia de R$70 a R$200 por hora.

Para o especialista, a escolha de um bom escritório de contabilidade é fundamental. “Se afaste de um contador em que você seja só mais número, busque assessoria dedicada e desconfie quando o valor é muito baixo, neste caso, a máxima ‘o barato sai caro’ é válida”, explica Barreiros. A definição do enquadramento tributário deve ser precedida de planejamento, para Barreiros, fazer simulações com cada modalidade no plano de negócios é essencial. “É preciso estudar as opções disponíveis para que a mais adequada seja adotada. A ajuda de um profissional neste momento é importante”, afirma.

Confira abaixo detalhes de cada opção disponível para ajudá-lo em seu planejamento:

Simples

Quem pode?

Microempresas com faturamento até R$ 240 mil ao ano e empresas de pequeno porte com faturamento anual de até R$2.4 milhões.

Empresas que estejam na classificação nacional de atividades econômicas como indústrias, comércios e alguns serviços não técnicos. Clique aqui para ter acesso a todas as informações sobre quais empresas podem optar pelo Simples.

Vantagens

A unificação de impostos é a principal vantagem do Simples, as alíquotas variam de 4% a 12% de acordo com a categoria em que a empresa está inserida. Veja quais impostos são unificados:

Federais: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o PIS/Pasep; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Estaduais: Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

Municipal: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Folha de pagamento: INSS – Contribuição Patronal Previdenciária (CPP).

Desvantagens

“Algumas grandes empresas evitam comprar de empresas optantes do Simples pois não terão o crédito do ICMS, assim elas pressionam por descontos”, explica Barreiros.

Lucro presumido

Nesta modalidade, como o próprio nome diz, o lucro da empresa é presumido de acordo com a categoria do negócio. Assim, os impostos sobre lucro incidirão sobre a portecentagem do faturamento pré-definida pelo governo:

Serviços: 30%

Comércio: 16%

Indústria: 8%

Acompanhe um exemplo dado pelo consultor Laecio Barreiros:

Empresa da área de serviços que tenha faturamento de R$ 100.000. Se optar por lucro presumido, ele será de R$ 30.000 – independente de seu lucro real. Os impostos sobre lucro (IRPJ e CSL) incidirão sobre 30% do faturamento, neste caso R$ 30.000, mesmo que a empresa lucre mais ou menos.

Vantagens

A modalidade é vantajosa caso a empresa apresente margens de lucro superiores às definidas.

Desvantagens

As empresas tributadas pelo lucro presumido não têm os créditos do PIS e COFINS no sistema não cumulativo.

Lucro real

Neste caso, os impostos que pagos sobre o lucro (IRPJ e CSL) serão calculados de acordo com o lucro real obtido pela empresa, ou seja, a receita debitada dos custos e despesas. Clique aqui para ter acesso aos detalhes sobre como calcular o lucro real.

Vantagens

Caso haja prejuízo, a empresa não será tributada, e utilização dos créditos do PIS e COFINS.

Desvantagens

Caso haja picos de lucro, a empresa pagará mais impostos. Outro ponto relevante é nível de exigência nos controles e na contabilidade, pois algumas despesas não são consideradas como dedutíveis para o cálculo do lucro real.

Como e quando definir

O planejamento tributário deve fazer parte do cotidiano da empresa. “É uma decisão estratégica que pode determinar o sucesso ou não de um negócio, uma decisão errada pode resultar em falência”, alerta Barreiros.

Antes de abrir uma empresa as simulações para o enquadramento tributário devem ser feitas no plano de negócios, mas não termina por aí. Anualmente a empresa deve planejar o futuro tributário e comparar novamente os sistemas disponíveis.

Apesar de assustar muitos empreendedores, o planejamento tributário não pode ser deixado de lado. “Pensar com antecedência, fazer simulações, preparar e buscar profissionais que possam contribuir”, aconselha Barreiros.

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Opção de financiamento: Cartão BNDES

27/27/2010

Financiamento é um assunto que tira o sono de empreendedores, as dificuldades em encontrar crédito e a escolha da opção mais adequada tomam boa parte do tempo de pequenos e médios empresários. O Pensando Grande já falou sobre este tema em diversos posts, clique aqui para ler. Hoje vamos falar sobre uma opção para micro, pequenas e médias empresas: o cartão BNDES.

Este produto é um cartão de crédito para financiar a compra de máquinas, equipamentos, veículos e outros bens de produção em até R$ 1 milhão. As compras devem ser feitas diretamente de fornecedores credenciados no portal do Cartão BNDES, ou seja, há uma lista prévia de empresas com as quais o empresário poderá fazer negócios, clique aqui para buscar quais produtos podem ser adquiridos nesta modalidade de crédito.

“As vantagens que podemos apontar no cartão BNDES são a baixa taxa de juros, comparada às praticadas pelos bancos comerciais, e o crédito pré-aprovado”, avalia Dariane Castanheira, professora do PROCED/FIA – Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração, Fundação constituída e mantida por Professores do Departamento de Administração da FEA/USP, e especialista em pequenas empresas. Outro destaque feito pela professora é sobre a importância de planejamento ao solicitar crédito. “A escolha da fonte de crédito deve ser o segundo passo. Antes a empresa deve focar em seu plano de negócios, definir as estratégias de ação com projeção de cinco anos e desenhar um plano financeiro”, explica Dariane.

Ao solicitar um empréstimo, é preciso ter em mente qual o retorno que este investimento trará ao negócio. “A utilização do crédito deve ser planejada, a empresa tem que saber se o investimento trará ganhos para a empresa. Por exemplo, se o objetivo é aumentar vendas será necessário aumentar a produção, para isso, a empresa precisa de uma nova máquina”, alerta a professora. Para fazer este cálculo, Dariane indica a seguinte fórmula:

ROI (Retorno sobre investimento) = lucro líquido / investimento

Para solicitar o cartão o faturamento bruto anual da empresa não pode ultrapassar R$ 90 milhões, também é necessário não ter débito com INSS, FGTS, RAIS e tributos federais, a lista com todos os requisitos está no Portal do Cartão BNDES. Todas as compras são online e devem ser realizadas no Portal do Cartão BNDES. Para que o pequeno empresário saiba exatamente quanto vai pagar pelo dinheiro financiado o BNDES disponibiliza um simulador de parcelas, basta inserir o valor financiado e as opções de parcelamento serão apresentadas.

As principais vantagens nesta modalidade de financiamento é ter crédito rotativo pré-aprovado, financiamento em até 48 meses com prestações fixas e taxa de juros atrativa, é possível consultar nesta página qual a taxa de juros em cada mês. Os bancos Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Nossa Caixa e Banrisul são emissores do cartão BNDES. “É importante ficar de olho na taxa de juros e prazo de carência”, finaliza Dariane.

Leia mais sobre crédito para pequenas empresas aqui.

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