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10 frases que você nunca deve dizer em um telefonema

08/8/2010

Por Joanna L. Krotz

Estamos no século 21. Você sabe como os seus funcionários atendem o telefone?

Obviamente, ter boas maneiras ao telefone sempre foi importante. No entanto, pouquíssimas empresas treinam os funcionários para isso, diz Nancy Friedman, presidente e fundadora de uma empresa de treinamento em atendimento ao cliente. O resultado muitas vezes é a perda de negócios, clientes nervosos e oportunidades desperdiçadas.

Vinte anos atrás, Friedman fundou seu negócio depois que ela passou por um atendimento ruim (e, obviamente, inspirador) em uma empresa de seguros. Friedman diz que ainda fica surpresa com o número de corporações, empresas pequenas e até centrais de atendimento que ignoram a educação básica ao telefone.  A principal reclamação de profissionais e clientes, de acordo com as pesquisas dela, é ser colocado em espera. “Sempre pergunte ‘você pode esperar?’”, Friedman aconselha. “Colocar as pessoas em espera sem pedir permissão é errado.”

Aumento da grosseria

Nos Estados Unidos, por exemplo, estudos revelam que o nível de grosseria está aumentando, de acordo com uma pesquisa da Public Agenda, uma organização sem fins lucrativos. Um número alto de americanos, oito em cada dez (79%), diz que a falta de respeito ou educação deve ser vista como um problema nacional grave. Uma descoberta marcante é a de que a grosseria não tem limites, já que todas as regiões do país apresentaram as mesmas falhas. O atendimento ao cliente por telefone gerou uma das reações mais negativas da pesquisa. Cerca de 94% dos entrevistados disse ser “muito frustrante” ligar para uma empresa e ser atendido por uma mensagem eletrônica em vez de uma pessoa.

Eu pedi a especialistas em comunicações e atendimento ao cliente que apresentassem as dez piores coisas que você pode fazer em um telefonema comercial. Elas estão, é claro, ao lado daquele erro terrível: “Espere um momento”. Lembre-se de que a educação ao telefone, assim como a educação de maneira geral, baseia-se no bom senso. Você deve agir com os ouros da maneira como gostaria que agissem com você.

Assim, se quiser manter e conquistar clientes, não deixe que os funcionários digam estas coisas ao telefone.

1. “Não faz parte da nossa política.” Essa é uma desculpa boba e muito comum para não resolver reclamações ou pedidos, além de ser falta de educação. Também pode causar danos. Quem se importa com o que faz parte ou não da “política”? Quem foi que definiu isso? Pense: como a política de qualquer empresa pode justificar que você desligue o telefone com o cliente insatisfeito? Se um funcionário não pode atender ao pedido ou resolver o problema, ele deve consultar um superior ou receber permissão para achar alternativas que deixem o cliente satisfeito. De qualquer forma, mantenha o cliente informado de todas as etapas.

2. “Isso não é do meu departamento” ou “esse não é o meu trabalho”. Não importa. Todos que trabalham para a empresa devem estar preparados para atender às necessidades de qualquer pessoa que ligar. No mínimo, se o funcionário não tiver o conhecimento ou a autoridade necessária, ele deve anotar o telefone do cliente, pedir ajuda a um gerente e retornar a ligação rapidamente para resolver o problema.

3. “Você pode ligar em outro momento? Estamos muito ocupados agora.” Essa frase assusta quem entende de negócios. Porém, os funcionários falam isso com mais frequência do que você imagina. Sempre fico pensando: ocupados com o quê? Com a hora do almoço? Se alguém da sua equipe disser algo parecido com isso, deve ser repreendido.

4. “Meu computador pifou” ou “estamos tendo problemas com o servidor”. Simplesmente, não é problema de quem está ligando, nem um motivo para cancelar o atendimento. Os negócios funcionam com ou sem computadores. Mesmo se a pessoa ao telefone for um fornecedor que você contrata e demite, desculpe-se por não poder ajudar. Depois, pegue um lápis, anote o número dele e (leia com atenção) retorne a ligação assim que puder ajudá-lo… Sem falta.

5. “Você não recebeu minha mensagem de voz?” Nos velhos tempos em que existiam operadores nas empresas de telefonia, sempre havia aquela pessoa a quem culpar (convenientemente) se você quisesse evitar uma ligação ou fingir que não recebeu um recado. Mas não dá para adaptar isso para os dias de hoje. Hoje me dia, com correios de voz 24 horas por dia e registros de horário nas ligações, tudo está transparente. Você não pode fingir que deu uma resposta quando não deu. Se você não retornar uma ligação em pouco tempo e educadamente, aceite que vai precisar pedir desculpas. Esse conselho também se aplica a pessoas que têm o costume de retornar ligações fora do horário comercial, como às sete da manhã, na hora do almoço ou tarde da noite, quando as pessoas provavelmente não estão no escritório. Ah, sim, não seja ingênuo: os registros de horário dizem tudo.

6. “Eu estava esperando ter mais informações antes de retornar sua ligação.” Vale a mesma coisa para desculpas que não convencem ninguém. Todos sabem que é um truque. Se você realmente estivesse atrás de informações, mandaria um e-mail ou deixaria um recado explicando a situação, que é o que todos os profissionais fazem com contatos importantes. Essa frase só insulta quem está ligando, mostrando que ele não é prioridade para você, ou que você é incompetente. De qualquer forma, se for evitar as ligações de alguém, seja mais criativo.

7. “Oi. Posso falar com o Dani?” Algumas pessoas têm nomes que podem ser masculinos ou femininos. Dani geralmente é apelido de Daniel ou Daniela. Se a Dani atender ao telefone e você pedir para falar com o Dani, você indica em três segundos que não é alguém que ela conheça. Antes de fazer ligações assim, você deve olhar a página da empresa ou fazer uma pesquisa sobre a pessoa para quem está ligando. Faça sua lição de casa.

8. “Espere um pouco. Vou colocá-lo no viva-voz.” Assim como colocar alguém em espera, o viva-voz não deve ser usado antes de a pessoa permitir. Muitos especialistas acham que não há problema se a pessoa ao telefone disser “tudo bem”, mas, pessoalmente, eu sempre me oponho a conversas pelo viva-voz. Acho esquisito e irritante. As vozes estalam e criam eco. Nunca dá para escutar direito ou entender quem está falando. Você também nunca sabe quem está escutando e que impressão você está causando em quem está “ouvindo escondido”. Sempre sinto que estou falando com um clube que não me aceitou como membro.

9. “Vou garantir que ela retorne sua ligação.” Isso é pura autoproteção. Você só deve prometer que dará o recado, não que ligarão de volta. Não é sua responsabilidade prometer a atenção de alguém. Se não ligarem de volta, você criou decepção ou irritação desnecessária.

10. “Minha mãe acabou de falecer.” Honestamente, eu não achava necessário dizer a alguém que não conte tragédias pessoais ou traumas em ligações comerciais. Mas isso na verdade aconteceu comigo. Liguei para uma loja on-line para perguntar sobre uma compra que não tinha sido entregue. A proprietária primeiro disse que estava “à mercê do fabricante”, que era muito lento. Depois, ela pediu desculpas dizendo que sua mãe tinha acabado de falecer. O que eu fiz: dei meus pêsames, mas ela perdeu um cliente. Nunca leve seus problemas pessoais para conversas de negócios, a menos que a pessoa do outro lado seja um amigo de longa data.

As ligações servem mais para manter clientes e menos para conquistar novos clientes. A atitude é importante. A educação conta muito. O tom diz tudo. Todas as vezes que um funcionário pega o telefone, a possibilidade de ganhar ou perder um negócio está em jogo. Não deixe as oportunidades fugirem.

Joanna L. Krotz é especialista em marketing e gerenciamento para pequenas empresas. Ela é gerente da editora Muse2Muse Productions, de Nova York.

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7 passos para manter seus clientes

Ferramenta online ajuda pequena empresa fazer planejamento de marketing

01/1/2010

Já falamos aqui no Pensando Grande sobre a importância do planejamento de marketing nos negócios de pequeno porte, é preciso saber qual o rumo que sua empresa tomará, para definir o futuro da sua empresa é preciso planejar. Com planejamento há mais chances de alcançar os objetivos traçados. Mas na correria do dia a dia, os pequenos empresários enfrentam dificuldades para investir tempo e dinheiro em planejamento na área de marketing. Outra necessidade é a de orientação: como fazer, por onde começar, o que abordar? Uma das opções para elaborar um plano de marketing é a Click Marketing, uma ferramenta online e gratuita do Sebrae. O objetivo da ferramenta é auxiliar no estudo dos pontos fortes e fracos da pequena empresa e auxiliá-la a cada passo na criação de um plano de marketing.

A  Click Marketing auxilia o empreendedor na construção e acompanhamento do seu plano de marketing. O acesso ao seu  plano é feito pela internet, ou seja, você poderá trabalhar nele a qualquer momento e de onde estiver. Enquanto está construindo seu plano a solução mostra dicas e  exemplos. A ferramenta ainda conta com tutores, profissionais preparados para orientar e tirar as dúvidas dos empreendedores por e-mail. O tempo estimado para a criação do plano é de 45 minutos.

Confira abaixo a estrutura sugerida pela Click Marketing para o plano básico de marketing:



Motivação

Nessa etapa você irá indicar qual é o seu objetivo em elaborar seu Plano de Marketing. É importante responder a esta pergunta logo no início para situar o trabalho e responder o restante das perguntas em função deste foco.

Análise de Ambiente

Na etapa de Análise de Ambiente você irá avaliar e indicar suas Oportunidades e suas Ameaças. Para cada item, você deve pensar em todos os aspectos externos ao seu empreendimento, que está fora de seu controle, tanto os positivos (Oportunidades), quanto os aspectos negativos, que podem atrapalhar seu negócio (Ameaças).

Objetivos Estratégicos

Nessa etapa você irá estabelecer objetivos para que possa medir se suas metas foram alcançadas. Com isso, você irá direcionar o seu negócio e motivar sua equipe. Esses objetivos são estabelecidos anualmente e se referem ao médio e longo prazo. Esse procedimento precisa ser bem definido desde o início, pois é a base para determinar os recursos necessários para implantar seu Plano.

Diferencial

Nessa etapa, você irá refletir e descrever sobre os diferenciais de seu produto ou serviço. Essa etapa é importante, pois sem diferencial você será apenas mais um.

Plano de Ação e Monitoramento

Nessa etapa, você irá preencher listas que lhe permitirão verificar constantemente se seu negócio está no caminho certo. Essa verificação é bastante importante, pois, por mais que um plano seja bem elaborado, se não for atualizado e utilizado, ficará defasado e não terá serventia. O Plano de Ação compreende: Ações de ajuste de Mix de Marketing; Ações de campanha de comunicação, propaganda e promoção; Metas; Orçamento e execução financeira.

Análise Interna

Nessa etapa você irá avaliar e indicar seus Pontos Fortes e seus Pontos Fracos. Esse processo é essencial para saber com que atividades você terá mais facilidade para se destacar e quais deveria evitar para, então, buscar parceiros ou apoio profissional de quem domina estas outras áreas.

Identificação da Oportunidade

Nessa etapa, você deve refletir e indicar como poderá atender às necessidades e desejos dos consumidores. A compreensão da necessidade do consumidor é uma oportunidade fundamental para saber direcionar sua estratégia de Marketing.

Perfil dos Clientes

A etapa de Perfil dos Clientes fará você identificar corretamente o perfil de seu cliente ideal, ajudando a direcionar e concentrar seus investimentos de Marketing em um ou mais segmento(s).

Mix de Marketing

O Mix de Marketing é uma das etapas mais importantes de seu Plano de Marketing. Aqui você irá definir suas estratégias de atuação no mercado, com base em todas as informações que você já preencheu. As estratégias abordadas aqui compreendem: Estratégia de Produto/Serviço; Estratégia de Preço; Estratégia de Distribuição ou Ponto; Estratégia de Comercialização; Estratégia de Comunicação, Propaganda e Promoções.

Fonte da estrutura: página Click Marketing

Para utilizar a ferramenta basta fazer o cadastro na página da Click Marketing.

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Lista de incubadoras brasileiras

31/31/2010

Incubadoras são uma maneira de estimular a criação e o desenvolvimento de pequenas empresas.Segundo o Sebrae, o índice de mortalidade entre as empresas de  tecnologia incubadas é de aproximadamente 20%, já nas pequenas empresas  em geral , este índice sobre para 50% nos primeiros dois anos de  atividade. O objetivo das incubadoras é dar suporte estratégico aos pequenos negócios em seus primeiros anos de vida. Cada incubadora possui suas características, como processo seletivo para candidatos, taxa de manutenção, serviços e consultorias oferecidas.

Com a ajuda de nossos seguidores, contatos e base em lista publicada pelo site da revista PEGN trabalhamos em uma lista de incubadoras pelo Brasil.  A ideia é atualizar esta lista constantemente, por isso, contamos com a sua ajuda! Se você conhece alguma incubadora, por favor, mande os dados para deixarmos esta lista com mais opções. A lista está dividida por regiões.

Incubadora / Local

Site

Telefone

Sudeste

Cietec – São Paulo  (SP) http://www.cietec.org.br/ (11)3039-8361

(11)3039-8361

Incubadora Mackenzie – NIT – Núcleo de Inovação e Tecnologia – São Paulo  (SP)

http://www.mackenzie.br/nit.html

(11) 3258-8156

Incubadora de Empresas Barão de Mauá – Mauá (SP)

http://www.iebmaua.com.br/ (11) 4578-4548
Incubadora Tecnológica de Sorocaba – Sorocaba (SP) http://www.incubadora-sorocaba.com.br/ (15) 3237-4461

Cietec – Campinas (SP) http://www.ciatec.org.br/ (19) 3756 54 33
Softex – Campinas (SP) http://www.cps.softex.br/incubadora/ (19) 3287-7060
Incamp – Campinas (SP)

http://www.incamp.unicamp.br/ (19) 3521-5012

(19) 3521-5012

Incubadora de Empresas de Limeira  – Limeira (SP)

http://www.incubadora-limeira.com.br/ (19) 3451-7869

(19) 3451-7869

Incubadora de Empresas de Rio Claro – Rio Claro (SP)

http://www.parqtec.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=35&Itemid=37 (19) 3533-5077

(19) 3533-5077

Incubadora de Empresas de Botucatu -  Botucatu (SP)

http://www.incubadora-botucatu.com.br/ (14) 3815-6008

(14) 3815-6008

Inova/UFMG -  Belo Horizonte  (MG) http://www.inova.ufmg.br/portal/modules/wfchannel/ (31) 3409-5689

(31) 3409-5689

Incubadora do Inatel – Santa Rita do  Sapucaí (MG)

http://incubadora.inatel.br/ (35) 3471-9256/9203
Incubadora de Empresas da Biominas – Belo  Horizonte (MG)

http://www.biominas.org.br/ (31) 3303-0010

(31) 3303-0010

Habitat – Belo  Horizonte (MG)

http://win.biominas.org.br/habitat/

(31) 3486-1733

Incubadora Tecnológica da Insoft -  Belo Horizonte (MG)

http://e-portal.fumsoft.softex.br/fumsoft/ecp/comunidade.do?app=comunidade_insoft (31) 3281-1148

(31) 3281-1148

Incubadora de Empresas de Base  Tecnológica CENTEV/UFV – Viçosa (MG)

http://www.centev.ufv.br/incubadora/ (31) 3899-2602

(31) 3899-2602

Incubadora Municipal de Empresas da  PROINTEC – Santa Rita do Sapucai (MG)

http://www.prointec.com.br/ (35) 3473-0970

(35) 3473-0970

Incubadora da Universidade Federal de São João del-Rei (MG) http://www.ufsj.edu.br/indetec/ (32) 3379 -2428

Programa Gênesis de Incubação de  Empresas da PUC RJ – Rio de Janeiro (RJ)

http://www.genesis.puc-rio.br/genesis/main.asp

(21) 3527-1799

(21) 3527-1799 /1777

Biorio – Rio de Janeiro (RJ) http://www.biorio.org.br/

(21) 3525-2400

(21) 3525-2400

Incubadora de empresas das Coppe/UFRJ -  Rio de Janeiro  (RJ)

http://www.incubadora.coppe.ufrj.br/ (21) 2590-3428/2290-7171

Incubadora Afro Brasileira – Rio de Janeiro  (RJ)

http://ia.org.br/site/

(21) 2223-2848

Centro Oeste

Multiincubadora do CDT/UnB – Brasília  (DF)

http://www.cdt.unb.br/programas/view/multincubadora/ (61) 3107-4119

(61) 3107-4119

Interp/Uniderp – Campo Grande  (MS)

http://www.interp.com.br/ (67) 3348-8149

(67) 3348-8149

Nordeste

Incubadora de Empresas do Padetec – Fortaleza  (CE)

http://www.padetec.ufc.br/ (85) 3366-9983

(85) 3366-9983

Incubadora Tecnológica de Campina  Grande – Campina Grande (PB)

http://www.pbincubadoras.org.br:8080/siri/SiteIncubadora.hp (83) 3310-9033

(83) 3310-9033

IACOC – Incubadora do Agronegócio da Caprinovinocultura do Cariri Paraibano  – Monteiro (PB)

http://www.pbincubadoras.org.br:8080/siri/Cuiuiu.hp

(83) 3351-3190

INPEDRA – Incubadora de Artefatos de Minérios e Afins  – Pedra Lavrada (PB)

http://www.pbincubadoras.org.br:8080/siri/admin/site/incubator/incubadora.jsp

(83) 3375-4100
INREDE – Incubadora de Redes  – Boqueirão (PB)

http://www.pbincubadoras.org.br:8080/siri/incubadoraderede.hp

(83) 3391-1236

INAC – Incubadora dosArtefatos de Couro e Calçados  – Cabaceiras  (PB)

http://www.pbincubadoras.org.br:8080/siri/incubadoradeArtefatosdeCouroseCalcados.hp

(83) 3356-9001

Incubadora de Nectar (Núcleo de  Empreendimento em Ciência, Tecnologia e Arte) – Recife (PE)

http://www.nectar.org.br/ (81)  3272-1205

(81) 3453-0808

Incubadora Incubatep – Recife (PE)

http://www.itep.br/UNIDADE_INCUBATEP.ASP (81)3272-4341

(81) 3272-4341

Incubadora C.A.I.S. do Porto (PE) http://www.portodigital.org/ (81) 3419-8000
Rede Estadual de Incubadoras e Parques (PE) http://www.incubanet.org.br/agilnet/index.php

Norte

Cide – Manaus (AM)

http://www.cide.org.br/ (92) 3216-3889

(92) 3216-3889

Incubadora da UFPA – Belém  (PA)

www.piebt.ufpa.br/ (91) 3201-8022

(91) 3201-8022

Sul

Incubadora Tecnológica de Curitiba – Curitiba (PR)

http://intec.tecpar.br/s/home/ (41) 3316-3175

(41) 3316-3175

Incubadora Raiar PUC/RS – Porto Alegre  (RS)

http://www.pucrs.br/raiar/ (51)33203673

(51) 3320-3673

Incubadora do Instituto Gene – Blumenau (SC)

http://www.institutogene.org.br/ (47) 3321-7800

(47) 3321-7800

Incubadora Tecnológica de Santa Maria – Santa Maria (SC) http://www.itsm.ufsm.br/home.jsp (55) 3220 8008
Fundação Softville – Joinville (SC) http://www.softville.org.br/incubadora.php (47) 3422-7077
Incubadora de Empresas EDUCERE – Campo  Mourão (PR)

http://www.educere.org.br/ (44)3525-3104

(44) 3525-3104

Midi Tecnológico – Florianópolis (SC)

http://www.miditecnologico.com.br/ (48)21072700

(48) 2107-2700

Centro Empresarial para Laboração de  Tecnologias Inovadoras – CELTA (SC) (48) 3239-22051

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30/30/2010

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Por Jeff Wuorio

Quando se trata do site da sua empresa, não faltam conselhos sobre o que é necessário ter nele. Porém, pouco é dito sobre aqueles elementos que não são recomendáveis. E isso é muito ruim, pois um mau planejamento do seu site pode levá-lo a perder negócios, a ter problemas com a segurança, a perder visitas e a passar por outras situações desagradáveis.

No entanto, os erros podem ser afastados. Existem nove itens que devem ser evitados.

1. Sua foto na página inicial. É verdade. Muitos especialistas em internet dizem que, embora a sua foto possa parecer um ato de boas-vindas, ela pode desviar o visitante da finalidade do site. É como se você estivesse conhecendo alguém e, em vez de perguntar ‘como vai?’ primeiramente, você dissesse ‘eu estou ótimo’”, diz a consultora Larina Kase. “Seu site deve se dedicar ao visitante, não a você. Primeiro, você precisa que ele fique interessado.”

2. Overdose visual (e de áudio). Esse problema pode aparecer em diversas quantidades e formas. Pode ser uma página em Flash que causa tontura ou fotos de tudo, desde clientes até seus bichinhos de estimação. O primeiro caso parece um esforço sem propósito. O segundo, uma distração confusa (e pouco profissional). Além disso, introduções sofisticadas com músicas altas podem demorar muito para serem carregadas e fazer com que os usuários desistam.”Ter um site supertécnico é bom apenas para alguns negócios”, afirma Ruth Atherley, sócia de uma empresa de relações públicas. “Porém, a tecnologia tem que estar lá por algum motivo” e não apenas para impressionar as pessoas.

3. Muitas opções confusas no menu. É claro que você quer oferecer aos seus visitantes várias páginas e recursos. Mas deve manter a estrutura do site simples, para que os usuários não fiquem tontos com tantas possibilidades. Não tenha um menu com vinte opções, as pessoas conseguem manter de cinco a nove informações na memória por vez. Não ultrapasse esse limite ou elas ficarão sobrecarregadas e sairão do seu site.

4. Informações que poderiam causar violação de privacidade ou segurança. Isso depende, de certa forma, da natureza do seu site e da sua empresa e, talvez, do seu próprio nível de conforto. Mas é essencial revisar o conteúdo do seu site para verificar se existem materiais que podem levar a violações de segurança ou privacidade. Simplificando, isso significa manter fotos, endereços de e-mail e detalhes de funcionários longe do site. Mais detalhadamente, a maneira como você estrutura as páginas e até como escreve as mensagens de erro podem revelar que tipo de servidor ou hospedagem você usa. São coisas que você não quer que os todos saibam. Peça que um especialista em segurança ou mesmo um advogado analise seu site para ver se ele oferece alguma informação que pode ser usada da maneira errada se cair em mãos erradas.

5. Informações que podem dar dicas para concorrentes. As pessoas responsáveis pela programação das informações da empresa em sites devem “pensar como ladrões”, diz um especialista em segurança na internet. Dessa forma, há menos chances de elas colocarem informações que os concorrentes podem roubar ou usar para recolher dados. Algumas informações podem parecer inofensivas sozinhas, mas, juntas, podem revelar mais do que você deseja sobre suas práticas comerciais, parceiros, clientes e organização interna. Mais uma vez, um especialista para analisar o seu site pode ser de grande valor.

6. Gírias inadequadas e linguagem técnica. O objetivo da maioria dos sites é informar a possíveis clientes o que a empresa faz e, com sorte, fazê-los entender porque devem usar esses produtos e serviços. Isso fica difícil quando a linguagem usada no site é muito técnica ou tem muitas gírias que as pessoas comuns não conseguem decifrar. O conteúdo deve ser claro e direto. Se for necessário, peça que alguém que não entende do assunto leia o site e veja se está fácil de entender.

7. Conteúdo que faz a sua empresa parecer boa demais para ser verdade. Sim, você está tentando vender alguma coisa por meio do site. Mas conteúdo publicitário (inclusive detalhes de produtos e depoimentos de clientes) que elogiam mais do que informam com certeza vão afastar vários visitantes. Não faça seu site virar uma propaganda. Torne-o uma conversa interativa com seu público.

8. Quadro de bate-papo ou comentários sem supervisão. Se você quiser uma área de bate-papo ou comentários em um blog corporativo, use um moderador para aprovar todas as mensagens antes de publicá-las. Isso evita propagandas que não interessam, comentários desagradáveis, possíveis quebras de segurança e outros problemas.

9. Links que não funcionam e materiais desatualizados. Nada pode enganar ou desviar nossos visitantes mais do conteúdo claramente desatualizado ou sem importância. O mesmo vale para links que levam os usuários para as páginas erradas. Revise seu site regularmente para verificar se links e conteúdos mudaram ou ficaram no passado.

Jeff  Wuorio é especialista norte americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

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27/27/2010

Os negócios de pequeno e médio porte são a base da economia brasileira, representam 97,5% do total de empresas estabelecidas no Brasil. Pesquisa realizada pela Microsoft em cinco países revelou que o investimento em tecnologia é uma das prioridades este ano para o segmento, dados apontam que o aumento médio esperado com TI – Tecnologia da Informação – é de 16%. O objetivo é otimizar os negócios, cortar custos, alavancar oportunidades e alcançar resultados ainda mais positivos.

Mas para que o investimento não se tornar um pesadelo há um personagem fundamental: o profissional de tecnologia. Para saber um pouco mais sobre o assunto o Pensando Grande conversou com Edmilson Bertoni,  Diretor Geral da Ka Solution Tecnologia, empresa que forma 15 mil alunos todos os anos em mais de 200 cursos relacionados à tecnologia. “Existe uma forte demanda por profissionais especializados, temos treinamentos para área de infraestrutura e para desenvolvimento”, explica Bertoni. Um especialista preparado é capaz de indicar a solução mais adequada à necessidade momentânea e futura da empresa.

Com a ajuda de Bertoni preparamos 3 dicas básicas para ajudar o empreendedor que busca um profissional de tecnologia:

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