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Pregão eletrônico é alternativa para vender mais

24/24/2010

Comprar com qualidade e preços competitivos é um desafio, o contato com diversos fornecedores leva tempo e as negociações podem ser desgastantes. Uma opção para agilizar e tornar mais eficiente os processos de aquisição é o pregão eletrônimo, modalidade já utilizada pelo governo e que também está disponível para empresas privadas. Nesta alternativa está uma oportunidade para pequenas e médias empresas. “O pregão eletrônico é uma modalidade de licitação onde os fornecedores dão lances sucessivos e cada vez menores a fim de arrematar uma oportunidade de venda. Este tipo de negociação também é conhecido como leilão reverso.  O Pregão Eletrônico surgiu com desenvolvimento da tecnologia, assim passou a ser possível o envio de propostas e lances para a aquisição de bens e serviços através do computador”, explica Karine Camargo Silverio, coordenadora de e-commerce do Portal de Compras Corporativas.

É importante ressaltar que o pregão para empresas privadas difere em alguns pontos dos praticados pelos órgãos públicos. Por terem mais flexibilidade, as empresas podem escolher a marca do produto, padrão de qualidade, a forma de entrega, condições de pagamento, logística e outros fatores que possam influenciar seu processo de aquisição. “É uma ferramenta que se configura como tendência de mercado que vem para tornar o departamento de compras das empresas mais ágil”, afirma Karine.

A vez das pequenas e médias empresas

Pesquisa realizada pelo Sebrae aponta que as médias e grandes empresas representam 25% dos clientes de microempresas, um número ainda pequeno e que tem potencial para crescer. Para os pequenos negócios este é um caminho para tornar-se fornecedor de uma grande empresa. “Esta é a oportunidade que as micro, pequenas e médias empresas precisam para mostrar que tem condições de atender às grandes corporações e que possuem preços e produtos de qualidade tanto  quanto os fornecedores que já estão há muito tempo negociando com estas grandes empresas. É a possibilidade de abertura de novos mercados. Sem contar a diminuição do ciclo de vendas, que hoje também tem um alto custo e influencia na negociação final do produto/serviço”, avalia a especialista.

Reunimos 5 dicas para que pequenas empresas aproveitem esta modalidade de venda:

Os custos envolvidos no processo variam de acordo com a plataforma utilizada para a realização da negociação. “Algumas plataformas trabalham com mensalidades ou com pagamentos anuais, outras com percentual sobre negociações efetivadas na plataforma”, explica Karine. Os requisitos para a participação em pregões eletrônicos como fornecedor são a capacidade produtiva da empresa, documentação regular e um bom histórico junto ao mercado.

A especialista preparou uma lista das vantagens do uso de pregão eletrônico  para compradores e fornecedores:

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O desafio de reter talentos em uma pequena empresa

23/23/2010

A dificuldade de encontrar um bom profissional no mercado, mantê-lo motivado e não perder o talento para a concorrência faz parte da rotina de pequenos empresários. Recentemente o empresário Henrique Janini relatou este desafio no blog O primeiro ano da minha empresa, ele destaca os custos envolvidos em uma demissão e a concorrência na hora de contratar um bom funcionário.

Dados do Sebrae apontam que só no estado de São Paulo existem hoje 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Elas somam 98% do total de empresas formais do estado e empregam de cinco a seis milhões pessoas – 67% do contingente ocupado no setor privado.

Guerra por talentos

Com o reaquecimento da economia, a busca por profissionais qualificados é cada vez mais acirrada e não existe uma fórmula que garanta a permanência de talentos. “Quando falamos em retenção de talentos é importante citar que não existe um pacote de benefícios específicos (salário + benefícios X, Y, Z) que garantem os melhores profissionais”, avalia Camila de Paula, consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo.

Para a especialista, as pequenas empresas devem estar atentas à estruturação do negócio com processos definidos, análise de cargos e transparência no desenvolvimento do profissional. “Estimular desafios e desenvolvimento para que os gestores tenham visão para reconhecer o desempenho dos colaboradores. Assim o funcionário sente segurança para projetar sua carreira e planos”, explica Camila.

Quando o assunto é retenção de talentos muito se fala sobre a importância da remuneração, ambiente de trabalho, benefícios e outras variáveis. O peso de cada um na decisão do profissional pode variar. “É importante relacionar quais oportunidades a empresa oferece e quais os objetivos do colaborador, se o sentido é o mesmo para ambos, diante disto conseguimos mensurar a importância de cada item no contexto retenção de talentos”, afirma a especialista.

Contratações e demissões

O processo de contratação de um profissional demanda tempo do empreendedor ou encarregado pela seleção. É preciso analisar currículos, fazer contato com os candidatos, realizar entrevistas e testes, negociar salários e benefícios e, finalmente, finalizar o processo.

Um erro neste caminho pode significar prejuízo para a empresa. “É importante considerar: análise das necessidades pertinentes ao cargo; estrutura da empresa; definição de perfil do profissional (técnico e comportamental). Com esse processo de recrutamento e seleção definido os riscos diminuem consideravelmente”, descreve Camila. Outro ponto que não pode ser esquecido é que a oportunidade deve estar dentro do que o funcionário busca. A dica é estar atento a isso e sentir qual a reação do candidato no momento da entrevista pessoal.

Demitir também é uma tarefa árdua e que demanda reflexão. “Não podemos banalizar a demissão como algo comum. Devemos analisá-la em dois contextos: qual o saldo deste profissional, quais os objetivos que foram propostos, os resultados que ele trouxe e de que forma, além de analisar também se houve falta de alguma ferramenta para alcance de objetivos não atendidos”, pontua Camila.

Um funcionário desmotivado, por exemplo, pode não ter tido a oportunidade de expor sua percepção e necessidades para exercer sua função. A questão financeira também deve ser avaliada em uma demissão. A especialista lembra que além dos gastos na dispensa de um funcionário, a contratação de outro profissional pode não surtir efeito rápido como se espera. Ou seja, haverá um declínio na produtividade daquela determinada função. “Devemos analisar também novas possibilidades para este profissional, para não acontecer uma demissão indevida”, finaliza Camila.

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Quanto custa abrir uma empresa no Brasil

05/5/2010

O custo médio é de R$ 2.038 e este valor varia 274% entre os estados brasileiros. Os números foram revelados pela pesquisa realizada “Como Facilitar a Abertura e Legalização de Empresas no Brasil” realizada pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

O estado com menor custo para abertura é a Paraíba, onde o empresário desembolsa R$ 963, já em Sergipe o empreendedor precisa de mais que o triplo de dinheiro para iniciar seu negócio: R$ 3.597, é o estado mais caro. Mas menos custo não significa menos dor de cabeça, Santa Catarina é apontado como estado em que a abertura é menos burocrática.

Se compararmos os valores a outros países, o gasto do empresário brasileiro é assustador. Empreendedores gastam R$ 1.213 na Colômbia, R$ 315 no Canadá e R$ 559 na Rússia. Considerando o número de empresas abertas em 2008, o gasto total no Brasil com a abertura foi de R$ 430 milhões. Se as taxas fossem semelhantes às dos outros países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), esse gasto teria sido de R$ 166 milhões.

A pesquisa mostra que o passo a passo para a abertura de uma empresa tem de seis a oito etapas e de 12 a 16 diferentes taxas – conforme o estado, porte da empresa e setor. O empreendedor deve estar preparado para reunir 43 documentos, é uma maratona e tanto!

Pequenas empresas

Já entre as microempresas e empresas de pequeno porte, o custo médio é menor, de R$ 1.278, este valor pode variar até 632%. Em estabelecimentos sem necessidade de alvará sanitário, o menor custo é de R$ 425 no Rio Grande do Sul e R$ 3.112 no Sergipe. Caso a empresa necessite de alvará sanitário, o valor médio sobe para R$ 1.494, sendo que o menor custo fica com o Distrito Federal, R$ 490, e mais alto novamente em Sergipe, com R$ 3.280.

Mas como este dinheiro é gasto? Veja abaixo quanto custa cada etapa para abertura de uma pequena empresa:

























Dor de cabeça

Não é só a abertura da empresa que tem custo para o empreendedor, fechar uma empresa pode ser uma dor de cabeça ainda maior. Cristina França, técnica administrativa, já teve uma empresa e agora passa pelo processo de fechamento. “Meu contador está tomando as providências para o encerramento. Faz quase cinco meses que ele deu entrada nos papéis. Sei que ainda vai levar mais uns dois meses para concluir tudo”, conta Cristina. A empresa estava inativa desde setembro de 2008 e sem débitos constatados pelo contador, o que facilita o processo. “Estou pagando R$ 400 pelo serviço de contabilidade, negociei este valor. Talvez ainda chegue alguma taxa ou imposto atrasado, mas por enquanto é isso”, finaliza.

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Como escolher um escritório de contabilidade

03/3/2010

A gestão contábil de um negócio pode ser um pesadelo para muitos empresários, contar com bons parceiros nesta área é fundamental. Mas como escolher um escritório de contabilidade? E como saber que os profissionais estão trabalhando de maneira correta? O Blog Pensando Grande conversou com Julio Linuesa Perez, conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, para saber como as pequenas e médias empresas devem escolher um escritório de contabilidade.

Como as pequenas empresas devem escolher um escritório de contabilidade?

É muito comum que, este processo de escolha, se inicie por indicação de outros empresários conhecidos e da própria satisfação destes junto aos profissionais que os atendem.

Cada dia mais se acentua também a pesquisa via web, ou seja, através da Internet e até mesmo pela localização do interessado, lista e verifica os sites dos diversos escritórios localizados na proximidade da empresa. Entidades de classe, Sindicatos, associações e escritórios de advocacia, de relacionamento do empresário, também são fonte de indicação dos escritórios.

É extremamente conveniente que, ao mesmo tempo das pesquisas acima, o empresário faça uma verificação junto às entidades de classe.

Também junto ao Conselho Regional de Contabilidade – CRC consultar se,  tanto o escritório como seus responsáveis, estão devidamente inscritos e regulares no exercício das suas funções profissionais. No estado de São Paulo estas verificações podem ser efetuadas via Portal do Conselho. Outra dica é visitar pessoalmente o escritório para verificar sua estrutura funcional, seus representantes e dinâmica operacional e, ao mesmo tempo, convidar o profissional a visitar o local que a empresa vai funcionar, expondo com clareza suas necessidades e pretensões empresariais.

A questão “preço x qualidade” tem que estar mais adequada a “custo x benefício” ou seja, qualidade dos trabalhos na proporção do preço justo pelo que se propõe a fazer e se deva executar.

Quais os cuidados a serem tomados?

Além cuidados já comentados, quanto aos devidos registros profissionais, é importante e conveniente solicitar do escritório uma breve relação de clientes para contato. Desta maneira, o empresário poderá obter algumas informações mais precisas diretamente junto aos clientes do escritório.

Também solicitar certidões de regularidade (escritório e responsáveis) junto aos órgãos de Registro (Conselho Regional). Manter diálogo franco e aberto quanto à atividade a ser desenvolvida com todas as suas características e detalhamentos, a fim de obter do profissional as necessárias explicações e orientação precisa, fiscal – contábil – tributária e trabalhista, assim como custos de regularização.

Solicitar ao escritório a elaboração de “Contrato de Prestação de Serviços Profissionais”, contendo com clareza: os serviços que estarão sendo contratados; valor de honorários profissionais; direitos e obrigações das partes envolvidas, atentar para cláusula rescisória e, mais uma vez, a sistemática operacional independentemente da opção tributária que se venha a adotar, lembrando sempre que, a execução de contabilidade propriamente dito não é opcional, além de obrigatória e necessária para a gestão do negócio e seu desenvolvimento.

Como saber se a empresa de contabilidade está trabalhando corretamente?

Naturalmente, todo empresário, independentemente do porte da sua empresa, tem necessidade de obter os conhecimentos básicos dos tributos e encargos que incidem na sua atividade e, desta maneira, deverá acompanhar periodicamente o recolhimento dos mesmos, sempre por sua conta e ordem, não deliberando ao escritório esta obrigação pois, não é da competência do mesmo.

Além disto, com alguma periodicidade, semestral ou anualmente, solicitar certidões dos órgãos de registro que está vinculado (Ex. Estado/ICMS – Receita Federal – Prefeitura, etc…). Qualquer pendência que porventura houver, deverá ser verificada de imediato, o que não quer dizer necessariamente ser falha do escritório, porém, é importante verificar e corrigir o que porventura houver.

Conforme o acordado em contrato, manter reuniões periódicas com os profissionais da contabilidade para obter todas as informações necessárias relativas ao período de análise. Solicitar ao Escritório “Manual de Procedimentos e de Obrigações Fiscais” para, desta maneira, melhor acompanhar todas as obrigações, tanto da empresa quanto do escritório.

Quais os documentos / contratos / comprovantes que os escritórios de contabilidade devem entregar às pequenas empresas para que sejam arquivados?

Inicialmente, a empresa deve manter em seus arquivos todos os documentos da sua constituição, exemplos:

Registro de Firma Individual e/ou Contrato Social;

Registro junto a todas as Repartições Fiscais: Estado – Secretaria da Fazenda; Federal – Receita, CNPJ – Previdência; Prefeitura Municipal; Contribuição Sindical, Patronal e de Funcionários e, demais órgãos governamentais a que estiver vinculada.

Além dos documentos da sua constituição, as empresas deverão manter também em seus arquivos e, depois de efetuados os devidos lançamentos Fisco-Contábeis, todos os documentos inerentes à sua atividade tais como:

Notas fiscais de compras;

Talonários de vendas e/ou arquivos magnéticos se for o caso;

Despesas gerais (água, luz, telefone etc…);

Guias de Recolhimento de todos os tributos;

Extratos Bancários.

Reafirmando que, estes documentos devem retornar à empresa logo após sua utilização pelo escritório de contabilidade.

Quais os valores médios cobrados para a contabilidade de pequenas empresas?

Com relação a honorários profissionais os valores cobrados sofrem variação representativa, em virtude principalmente da própria estrutura operacional do escritório e dos serviços que serão demandados. Por exemplo, uma pequena empresa com ou sem funcionários; que exerça atividades de indústria, comércio e ou prestação de serviços ou ainda, de todas elas, e assim por diante.

Os preços médios de mercado, considerando Micro-Empresa (ME), Empresa de  Pequeno Porte (EPP), enquadradas ou não no Regime do Simples Nacional, considerando ainda outras opções tributárias como Lucro Presumido e ou Lucro Real, os valores poderão oscilar entre R$ 600,00- (seiscentos reais) à R$ 1.800,00- (um mil e oitocentos reais), ou mais conforme dados descritos.

Se uma empresa está insatisfeita com seu escritório de contabilidade e deseja mudar de profissional, quais os cuidados deve tomar? O que é preciso para fazer a mudança?

Nesta condição, a empresa ao optar por um novo escritório deverá, inicialmente,  verificar as Cláusulas de Rescisão existentes no contrato com o escritório atual e quais são as regras para esta efetivação. Normalmente é solicitada uma comunicação com prazo de 30 a 60 dias para conclusão. Imediatamente, comunicar por escrito e sob protocolo a decisão tomada pela empresa, comunicando qual será o novo escritório responsável pela continuidade da contabilidade da empresa.

Quando da conclusão, o conveniente é que, o novo escritório contratado cuide do recebimento/retirada de todo o documental da empresa em poder do escritório anterior e, na seqüência, este deverá efetuar uma verificação documental juntando também os documentos existentes na empresa e formalizar um “Levantamento de Verificação Documental” para constatar a possibilidade ou não de alguma pendência fiscal/documental.

Ao mesmo tempo, o novo escritório de contabilidade deverá proceder ao “Termo de Transferência de responsabilidade técnica”, em atendimento à Resolução nº. 1040/2009 do CRC-SP, que deverá transitar entre o atual e anterior escritórios e empresa contratante. A conveniência de obter certidões das diversas repartições fiscais da empresa continua sendo plenamente válida, tanto para o empresário quanto para os escritórios de contabilidade.

A cobrança da ‘13°’ mensalidade é uma prática de mercado? Todos os escritórios cobram esta mensalidade?

A prática da cobrança de uma mensalidade adicional, anual e também denominada de “Encerramento de Exercício”, é uma realidade. Tal cobrança tem como principal fundamento, a própria sobrecarga operacional na elaboração dos trabalhos mensais do período podendo, em alguns casos, ficar também inclusa a elaboração da Declaração de Imposto de Renda da empresa. São diversas as formas e entendimentos da referida cobrança, porém é uma prática constante inclusive do Contrato de Prestação de Serviços Profissionais. Não é comum deixar de cobrar esta mensalidade, mas pode ocorrer.

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Opções de pagamento online para pequenas empresas

31/31/2010

Uma das principais dificuldades dos pequenos empresários no comércio eletrônico é disponibilizar meios de pagamento que atendam bem seu público. Afinal, o cliente quer a mesma facilidade que encontra nas grandes lojas online, além de segurança e rapidez. Ter um bom produto não é suficiente para vender na web, é preciso estimular a compra pelo cliente, ser encontrado por ele e, finalmente, prover diversas formas de pagamento. Mas para os pequenos empreendedores isso não é tão fácil, negociar com diversas operadoras de cartões de crédito e bancos pode ser desgastante e complicado.

Em palestra no Seminário de Empreendedorismo na Era Digital, evento promovido pela DinheiroMail, Marcos Bueno, presidente da empresa, apresentou as vantagens do sistema de pagamento DinheiroMail. A plataforma permite ao vendedor disponibilizar aos seus clientes pagamentos com os principais cartões de crédito (Visa, MasterCard, Dinners, Hipercard, American Express e Aura), boleto bancário, débito online, Oi Paggo ou dinheiro em conta DinheiroMail.

Bueno iniciou sua palestra destacando que a DinheiroMail tem foco no vendedor, ou seja, no empresário que está na internet. A empresa recebeu um aporte do IFC – International Finance Corporation, do Banco Mundial, uma área dedicada a incentivar o empreendedorismo em países em desenvolvimento.

Como funciona

A DinheiroMail oferece uma plataforma completa de pagamento para quaisquer tipos de comércio eletrônico:

Carrinho de compras:  facilmente integrado ao site pelo desenvolvedor web.

Botão de compras: ainda mais simples, qualquer pessoa consegue utilizar apenas seguindo as instruções no site da empresa.

DM Venda Direta é uma ferramenta inovadora que permite que qualquer empreendedor possa fazer venda por telefone aceitando todos os cartões de crédito. Desenhada para facilitar as vendas diretas, já está disponível no Brasil, a primeira empresa a utilizá-la é a Amway. É possível também que lojistas utilizem a ferramenta pela internet, isso facilita a vida dos empreendedores que ainda não aceitam cartão de crédito em seus estabelecimentos. Saiba mais aqui.

Pagamento pelo celular: plataforma muito simples, o vendedor poderá fazer a venda pelo celular com cartão de crédito. Feito pelo navegador WAP – mais simples disponível. A ferramenta está em teste e será lançada em breve.

Cobrança por e-mail: vendedor pode fazer a cobrança por e-mail.

Segurança para o vendedor

“Nas vendas online a DinheiroMail faz a confirmação de identidade e prevenção à fraude”, garante Bueno. Esta etapa é muito importante para a segurança do vendedor. Em vendas pela web a responsabilidade do cancelammento da operação é do vendedor, pois é uma venda remota e não há uma confirmação da identidade do comprador.

Caso o cliente não reconheça a operação, ela é automaticamente cancelada e o valor é debitado do vendedor. “Pela DinheiroMail, o vendedor recebe um alerta caso haja risco e decide se quer ou não continuar a compra. Índice de devolução da empresa é de menos de 0,5%”, conta Bueno.

Outra vantagem da DinheiroMail destacada por Bueno é o rápido recebimento. “A partir da confirmação da compra, o dinheiro é repassado ao vendador em minutos”, garante o executivo.Entre os clientes da empresa estão Nike, General Imports, Mary Kay, Coruja Mix, entre outros.

Bueno finalizou sua palestra com falando sobre o custo para utilizar a DinheiroMail. “Nas compras com cartão de crédito o custo para o vendedor é de 5,99%, mesmo que o comprador parcele a venda em até 12 vezes, o valor total é repassado integralmente”, explica Bueno. A taxa para venda com boletos é de 1,89%, clique aqui e veja a tabela completa de custos.


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