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Há quatro anos um grupo de professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, preocupados em estimular o empreendedorismo na escola, lançou um concurso de plano de negócios entre os alunos das Faculdades de área de Comunicação. O grupo que apresentasse o melhor projeto receberia apoio e infraestrutura da faculdade para viabilizar o negócio e transformar o protótipo de empresa em realidade.

Essa iniciativa evoluiu para o  NIT – Núcleo de Inovação e Tecnologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A recém inaugurada incubadora tem o objetivo de fomentar pequenas empresas já existentes, oferecendo subsídios financeiros, infraestrutura e ferramentas – como cursos de capacitação, por exemplo – que auxiliem o pequeno empresário a gerir seu negócio.  “A nossa incubadora veio para ser uma das mais importantes do Brasil. Queremos resultados”, comenta o professor Alexandre Nabil, coordenador do projeto.

Para serem incubadas, as empresas passam por um processo rigoroso de seleção e é necessário que no grupo de sócios tenha pelo menos um ex-aluno da graduação ou pós-graduação da Universidade. Critérios como com inovação, sustentabilidade e viabilidade são rigorosamente avaliados. Entretanto, o perfil empreendedor dos sócios também é levado em consideração. “Esse é um dos pontos mais difíceis. Muitas vezes, as pessoas são mais importantes que os projetos uma vez que são elas que fazem o sucesso do negócio, não a ideia”, afirma Nabil.

De acordo com o coordenador, entre as principais dúvidas das empresas incubadas está o uso de mídias sociais como ferramentas de divulgação – veja posts do Pensando Grande sobre este assunto: 4 passos para o sucesso de pequenas empresas nas redes sociais, blog corporativo e retorno do investimento em mídias sociais.

Além disso, todas as empresas incubadas estão em fase de estruturação, por isso recebem da incubadora apoio para que desenvolvam toda a sua parte de planejamento, estratégia, controle de fluxo de caixa e segmentação, por exemplo.

Atualmente a NIT incuba oito diferentes empresas, desde uma produtora cultural até uma confecção de roupas hospitalares sustentáveis, passando por uma empresa de games e terminando em um site de serviços para a Copa do mundo. A partir de agora o Pensando Grande vai acompanhar a história, as dificuldades e as soluções apresentadas por essas pequenas empresas. Aguardem!

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