Recém pesquisa da Korn/Ferry, consultoria multinacional de recursos humanos, realizada com 365 empresas da América Latina, descobriu que 69% dos executivos-chefes das mesmas gostariam de mudar o ramo de negócios em que trabalham. Ou seja, revelou que altos salários, poder e todo tipo de luxo e glamour que o mundo executivo pode trazer à vida de um profissional não são suficientes para que eles se sintam completamente satisfeitos com seus empregos. A pergunta é, qual o motivo real disso?
Segundo dados de estudo realizado pela Universidade britânica Warwick, a promoção no trabalho aumenta o estresse do indivíduo em 10%, ou seja, quem não está satisfeito com o seu cargo, tende a aumentar o nível de estresse mental ao ser promovido.
“A frustração e angústia que esses presidentes sentem podem estar diretamente relacionadas ao fato de não estarem caminhando rumo a sua auto-realização. Esses executivos perceberam que, com anos de esforço e dedicação, conseguiram chegar no posto mais alto da companhia, mas lá em cima, muito provavelmente, deram-se conta que tudo isso é só isso! Pelo menos os presidentes, administradores ou CEOs que participaram dos estudos acima. Trabalhar sem ter tempo para os amigos, para os filhos, a família, para o amor, para comemorar as conquistas ou para si mesmo, pode não ser o propósito de todos. “, explica Anderson Cavalcante, consultor do tema e autor dos best-sellers “O que realmente importa?”; “As coisas boas da vida”.
O Pensando Grande conversou com Amália Sina, uma das executivas mais bem sucedidas do Brasil, que já ocupou cargos de presidência de grandes empresas, como Philip Morris, e, certo dia, resolveu largar tudo para tocar seu próprio negócio. Saiba mais sobre a experiência dela na matéria de amanhã.

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