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Artigos com a tag "liderança"

As mídias sociais, de acordo com o estudo do Instituto Americano Nucleus Research, estarão no topo dos investimentos das empresas em 2012. Ainda segundo a pesquisa, as companhias irão utilizar a “tecnologia social para a construção de negócios produtivos”, e essa tendência já é percebida nas empresas brasileiras de diferentes setores – mesmo as instituições que ainda não estão presentes, pretendem investir na área no ano que vem e as que já estão inseridas querem ampliar a atuação.

É de olho nesse cenário e principalmente, nas empresas que estão entrando nas redes sociais, que o livro ‘O Novo Social Learning – Um guia para transformar organizações com as mídias sociais’ – de Tony Bingham e Marcia Conner, responde questões básicas com base na tecnologia. “Uma vez que você passa da pressão da informação para a absorção de conhecimento, libera força criativa para a sua equipe”, adiantam os autores.

E a sua empresa, está preparada para desbravar o universo das mídias sociais?

Com uma proposta bastante didática, o livro aborda tendências, desafios, oportunidades que as mídias trazem e quais mudanças estão sujeitas. Por meio de cases empresariais (veja no final da matéria), os autores mostram como essas novas ferramentas de comunicação são eficientes na hora de selecionar candidatos, manter contato com colaboradores e desenvolver capacidades.
Separada por capítulos, a publicação da Editora Évora, é voltada para altos executivos, gestores, e interessados no setor.

“Compartilhamos histórias atraente de empresas que acreditaram no valor das tecnologias colaborativas para elevar e acelerar os negócios e o impacto sobre os colaboradores”, explicam os autores, Tony Bingham e Marcia Conner.

‘O Novo Social Learning – Um guia para transformar organizações com as mídias sociais’ é um livro guia que pode ser lido de acordo com as necessidades que vão surgindo durante o caminho. Os autores também criaram um site com informações extras – o objetivo é facilitar a vida de quem precisa se manter sempre atualizado. Clique aqui (em inglês)

SOBRE O LIVRO
Título: O Novo Social Learning
Subtítulo: Um guia para transformar organizações com as mídias sociais
Autor: Tony Bingham e Marcia Conner
Origem: EUA.
Assunto: Mídias Sociais, liderança, comportamento.
Formato: 16x 23 cm
ISBN: 978-85-63993-27-4
Edição: 1ª

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*Por Tatsumi Roberto Ebina

Atualmente, começamos a perceber vários movimentos de mudança dentro de organizações com forte tendência a ampliar a participação, dar maior liberdade de decisão e reduzir níveis hierárquicos. O que está levando as organizações a agir desta forma?

O modelo atual de gestão existe desde os fundamentos taylorista, há mais de um século, e vem se mostrando como um modelo esgotado. Por outro lado, as mudanças tecnológicas pelas quais o mundo vem passando exigem novas ações, permitindo maior velocidade de resposta, maior democratização na participação das pessoas no processo decisório, a busca pela excelência operacional como fator de competitividade, uma maior proximidade e intimidade com o cliente e uma governança mais ética e transparente.

Por que apenas maquinários, mobília e sistemas de produção são modificados para melhor? Vivemos num mundo em que é preciso se aperfeiçoar sempre e a gestão é o principal setor dentro das organizações que precisa se atualizar. Envolver colaboradores nas decisões, gerar um espírito na equipe que predomine em todo o ambiente, desenvolver e contar com líderes inspiradores (e não chefes que colocam medo nos subordinados) são fatores que mostram muito qual a perspectiva da empresa em relação ao que ela deseja conquistar.

Gestores, líderes e diretores precisam ficar atentos a determinados fatores da companhia, que podem indicar que a gestão está precisando se atualizar. A própria rotatividade de profissionais, alto índice de ausências, desmotivação da equipe, medo de dar ideias, opiniões, entre outros sinais, devem ser encarados como alertas pelas empresas. Ou seja, algo precisa ser revisto para sanar, ou, então, diminuir tais indicadores.

Em uma pesquisa que envolveu mais de 2.500 gestores, medidos por seus colaboradores diretos sobre como percebiam o seu comportamento como líder de pessoas. O resultado demonstra que estes líderes ou agem de forma modeladora ou autoritária, adotando o que Douglas McGregor chama de postura dura com os seus colaboradores, ou atuam de forma concessiva e paternalista, praticando uma forma mais “leve” de gerir, que, infelizmente, só prejudica as pessoas.

Poucos são aqueles que atuam como verdadeiros líderes com uma visão do que se quer alcançar, envolvendo e desafiando as pessoas, orientando onde necessário e permitindo que as respostas sejam produzidas por eles próprios. Esse é o principal papel do gestor.

Esta postura de liderança poderia contribuir e muito para modificar o modelo predominante de comando e controle. É preciso dar a liberdade das pessoas serem aquilo que verdadeiramente podem ser.

*Tatsumi Roberto Ebina é o sócio-diretor e fundador da Muttare. Formado em Ciências Sociais e Pedagogia, com pós-graduação em Administração de RH, acumula mais de 30 anos de experiência na área de Gestão e Liderança.

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Por Tatsumi Roberto Ebina

Simples, a resposta é não! Muito se fala na questão de liderança dentro das organizações, afinal todo agrupamento humano requer liderança.

Podemos acreditar que todos os gestores e gerentes estão aptos a se tornarem líderes? Na sua grande maioria sim.  O que podemos afirmar com toda a segurança é que há uma diferença enorme entre gerenciar e liderar. Por outro lado, as mudanças em curso no mundo com velocidade de resposta, a necessidade de agregar valor ao cliente, prática do espírito de equipe com melhores times, sustentabilidade, valor social, etc, obrigam um novo olhar para esta questão tão significativa.

Qual é o desafio? Líder se traduz pelas atitudes praticadas na interface com um time. Respeito, humildade, confiança e integridade são valores que norteiam as ações de um líder, além de inspirar, desafiar e mobilizar pessoas em torno de uma causa. Ter primeiro uma visão social que antecede a econômica ao contrário dos gestores que normalmente pensam nos números antes das pessoas. O primeiro papel do líder dentro de uma organização é traduzir em comportamentos observáveis (dele e de seu time), os valores da organização e, por meio deles, fazer com que os resultados aconteçam.

Percebe-se uma falta de liderança no mundo e dentro das organizações. Ao longo da experiência em trabalho de consultoria vimos bons profissionais trocando de organização em função de gestores inadequados, seja por uma postura coercitiva ou por mero paternalismo.

Um líder é aquele capaz de fazer com que as pessoas consigam enxergar, propor e implantar a solução concreta que pode ser colocada em prática no momento. “É aquele que gera conquistas que todos queremos alcançar para as empresas, nações e para nós mesmos”, nas palavras de John Kotter, in Sentido de Urgência, Editora Best Seller.

Qual é a causa raiz deste problema? O modelo de gestão de comando e controle hierarquizado é uma dos principais responsáveis por isso, pois, cria circunstâncias que obrigam pessoas a agir em conformidade com uma “determinada cultura” de apego a cargos e status, que impedem uma verdadeira leitura da função social da organização. Ela não pode ser traduzida meramente pela geração de empregos, mas, principalmente pela valorização das pessoas e da sociedade que está inserida, fazendo com que a geração de riquezas seja a alimentadora deste desenvolvimento.

Toda organização, no fundo, é um organismo social (primeiro) e econômico (em seguida) e, assim, o social deveria ser considerado em primeiro plano, em vez da geração de riquezas para os acionistas. Esta mudança está em curso! Por isso a necessidade cada vez maior de líderes, de verdade!

Acredito em uma organização mais plana e atuando em rede de equipes na prática de um circulo virtuoso de resultados que beneficiem a todos.

Tatsumi Roberto Ebina é o sócio-diretor e fundador da Muttare, consultoria de gestão. Formado em Ciências Sociais e Pedagogia, com pós-graduação em Administração de RH. Atuou também como executivo em empresas dos setores siderúrgicos, químico, papel e celulose e consultoria.

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