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10 frases que você nunca deve dizer em um telefonema

08/8/2010

Por Joanna L. Krotz

Estamos no século 21. Você sabe como os seus funcionários atendem o telefone?

Obviamente, ter boas maneiras ao telefone sempre foi importante. No entanto, pouquíssimas empresas treinam os funcionários para isso, diz Nancy Friedman, presidente e fundadora de uma empresa de treinamento em atendimento ao cliente. O resultado muitas vezes é a perda de negócios, clientes nervosos e oportunidades desperdiçadas.

Vinte anos atrás, Friedman fundou seu negócio depois que ela passou por um atendimento ruim (e, obviamente, inspirador) em uma empresa de seguros. Friedman diz que ainda fica surpresa com o número de corporações, empresas pequenas e até centrais de atendimento que ignoram a educação básica ao telefone.  A principal reclamação de profissionais e clientes, de acordo com as pesquisas dela, é ser colocado em espera. “Sempre pergunte ‘você pode esperar?’”, Friedman aconselha. “Colocar as pessoas em espera sem pedir permissão é errado.”

Aumento da grosseria

Nos Estados Unidos, por exemplo, estudos revelam que o nível de grosseria está aumentando, de acordo com uma pesquisa da Public Agenda, uma organização sem fins lucrativos. Um número alto de americanos, oito em cada dez (79%), diz que a falta de respeito ou educação deve ser vista como um problema nacional grave. Uma descoberta marcante é a de que a grosseria não tem limites, já que todas as regiões do país apresentaram as mesmas falhas. O atendimento ao cliente por telefone gerou uma das reações mais negativas da pesquisa. Cerca de 94% dos entrevistados disse ser “muito frustrante” ligar para uma empresa e ser atendido por uma mensagem eletrônica em vez de uma pessoa.

Eu pedi a especialistas em comunicações e atendimento ao cliente que apresentassem as dez piores coisas que você pode fazer em um telefonema comercial. Elas estão, é claro, ao lado daquele erro terrível: “Espere um momento”. Lembre-se de que a educação ao telefone, assim como a educação de maneira geral, baseia-se no bom senso. Você deve agir com os ouros da maneira como gostaria que agissem com você.

Assim, se quiser manter e conquistar clientes, não deixe que os funcionários digam estas coisas ao telefone.

1. “Não faz parte da nossa política.” Essa é uma desculpa boba e muito comum para não resolver reclamações ou pedidos, além de ser falta de educação. Também pode causar danos. Quem se importa com o que faz parte ou não da “política”? Quem foi que definiu isso? Pense: como a política de qualquer empresa pode justificar que você desligue o telefone com o cliente insatisfeito? Se um funcionário não pode atender ao pedido ou resolver o problema, ele deve consultar um superior ou receber permissão para achar alternativas que deixem o cliente satisfeito. De qualquer forma, mantenha o cliente informado de todas as etapas.

2. “Isso não é do meu departamento” ou “esse não é o meu trabalho”. Não importa. Todos que trabalham para a empresa devem estar preparados para atender às necessidades de qualquer pessoa que ligar. No mínimo, se o funcionário não tiver o conhecimento ou a autoridade necessária, ele deve anotar o telefone do cliente, pedir ajuda a um gerente e retornar a ligação rapidamente para resolver o problema.

3. “Você pode ligar em outro momento? Estamos muito ocupados agora.” Essa frase assusta quem entende de negócios. Porém, os funcionários falam isso com mais frequência do que você imagina. Sempre fico pensando: ocupados com o quê? Com a hora do almoço? Se alguém da sua equipe disser algo parecido com isso, deve ser repreendido.

4. “Meu computador pifou” ou “estamos tendo problemas com o servidor”. Simplesmente, não é problema de quem está ligando, nem um motivo para cancelar o atendimento. Os negócios funcionam com ou sem computadores. Mesmo se a pessoa ao telefone for um fornecedor que você contrata e demite, desculpe-se por não poder ajudar. Depois, pegue um lápis, anote o número dele e (leia com atenção) retorne a ligação assim que puder ajudá-lo… Sem falta.

5. “Você não recebeu minha mensagem de voz?” Nos velhos tempos em que existiam operadores nas empresas de telefonia, sempre havia aquela pessoa a quem culpar (convenientemente) se você quisesse evitar uma ligação ou fingir que não recebeu um recado. Mas não dá para adaptar isso para os dias de hoje. Hoje me dia, com correios de voz 24 horas por dia e registros de horário nas ligações, tudo está transparente. Você não pode fingir que deu uma resposta quando não deu. Se você não retornar uma ligação em pouco tempo e educadamente, aceite que vai precisar pedir desculpas. Esse conselho também se aplica a pessoas que têm o costume de retornar ligações fora do horário comercial, como às sete da manhã, na hora do almoço ou tarde da noite, quando as pessoas provavelmente não estão no escritório. Ah, sim, não seja ingênuo: os registros de horário dizem tudo.

6. “Eu estava esperando ter mais informações antes de retornar sua ligação.” Vale a mesma coisa para desculpas que não convencem ninguém. Todos sabem que é um truque. Se você realmente estivesse atrás de informações, mandaria um e-mail ou deixaria um recado explicando a situação, que é o que todos os profissionais fazem com contatos importantes. Essa frase só insulta quem está ligando, mostrando que ele não é prioridade para você, ou que você é incompetente. De qualquer forma, se for evitar as ligações de alguém, seja mais criativo.

7. “Oi. Posso falar com o Dani?” Algumas pessoas têm nomes que podem ser masculinos ou femininos. Dani geralmente é apelido de Daniel ou Daniela. Se a Dani atender ao telefone e você pedir para falar com o Dani, você indica em três segundos que não é alguém que ela conheça. Antes de fazer ligações assim, você deve olhar a página da empresa ou fazer uma pesquisa sobre a pessoa para quem está ligando. Faça sua lição de casa.

8. “Espere um pouco. Vou colocá-lo no viva-voz.” Assim como colocar alguém em espera, o viva-voz não deve ser usado antes de a pessoa permitir. Muitos especialistas acham que não há problema se a pessoa ao telefone disser “tudo bem”, mas, pessoalmente, eu sempre me oponho a conversas pelo viva-voz. Acho esquisito e irritante. As vozes estalam e criam eco. Nunca dá para escutar direito ou entender quem está falando. Você também nunca sabe quem está escutando e que impressão você está causando em quem está “ouvindo escondido”. Sempre sinto que estou falando com um clube que não me aceitou como membro.

9. “Vou garantir que ela retorne sua ligação.” Isso é pura autoproteção. Você só deve prometer que dará o recado, não que ligarão de volta. Não é sua responsabilidade prometer a atenção de alguém. Se não ligarem de volta, você criou decepção ou irritação desnecessária.

10. “Minha mãe acabou de falecer.” Honestamente, eu não achava necessário dizer a alguém que não conte tragédias pessoais ou traumas em ligações comerciais. Mas isso na verdade aconteceu comigo. Liguei para uma loja on-line para perguntar sobre uma compra que não tinha sido entregue. A proprietária primeiro disse que estava “à mercê do fabricante”, que era muito lento. Depois, ela pediu desculpas dizendo que sua mãe tinha acabado de falecer. O que eu fiz: dei meus pêsames, mas ela perdeu um cliente. Nunca leve seus problemas pessoais para conversas de negócios, a menos que a pessoa do outro lado seja um amigo de longa data.

As ligações servem mais para manter clientes e menos para conquistar novos clientes. A atitude é importante. A educação conta muito. O tom diz tudo. Todas as vezes que um funcionário pega o telefone, a possibilidade de ganhar ou perder um negócio está em jogo. Não deixe as oportunidades fugirem.

Joanna L. Krotz é especialista em marketing e gerenciamento para pequenas empresas. Ela é gerente da editora Muse2Muse Productions, de Nova York.

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7 passos para manter seus clientes

11 dicas para superar a objeção preço

02/2/2010

Por André Silva

1. Não fale em preço antes de o cliente perguntar – Segure a ansiedade e não comente o preço no início da negociação, é fundamental ganhar a confiança do cliente e gerar credibilidade no relacionamento para, depois, comentar o preço. Na venda, existe o processo de amadurecimento que precisa ser levado em conta, a calma é fundamental neste momento. Caso o cliente pergunte e insista no preço logo de início, fale para ele e, após, continue apresentando o seu produto com todos os diferencias que ele possui;

2. Identifique os principais problemas do cliente – Porque o cliente deveria pagar o seu preço? Essa pergunta pode responder a questão dos descontos que os vendedores oferecem para os seus clientes. Uma maneira de fazer o cliente perceber valor no seu produto/serviço é conhecendo os principais problemas que vem enfrentando e mostrar que o investimento a ser realizado custa bem menos que os seus problemas atuais. Você sabe como fazer isso? Fazendo perguntas abertas e investigativas para que o cliente possa externar o seu ponto de vista e demonstrar as suas principais fragilidades. As perguntas abertas ajudam a entender melhor o problema do cliente e demonstra preocupação na resolução desses;

3. Dê algo extra para os clientes – Os clientes gostam de se sentir valorizados pelos seus vendedores, uma singela lembrança num momento oportuno pode fazer toda a diferença, entregue esse brinde no momento em que o cliente solicitar o desconto, dê o brinde e sustente o preço, é uma boa oportunidade para ambos ganharem, tornando a negociação agradável para ambas as partes;

4. Não baixe o preço na primeira solicitação – Se o cliente solicitar um desconto, logo de cara, não se intimide pensando que você é obrigado a oferecer, pelo contrário, nesse momento é importante explicar por que o seu produto/serviço possui esse preço, entende? Se você cede rápido demais, o cliente passa a não valorizar essa barganha, isso tem que ser conquistado com muito “suor” e, muitas vezes, ele só está tentando diminuir o preço para sair ganhando, mas, no fundo, está disposto a pagar o preço inicial ofertado;

5. A questão de preço está relacionada à percepção – O que é caro para mim pode não ser para o cliente. O que é barato para mim pode não ser também para o cliente. Existem preconceitos, opiniões, expectativas e julgamentos. É um erro julgar um prospect achando que o preço está alto demais para ele. Como você pode saber o que ele está disposto a pagar? Se você acreditar que o seu produto/serviço oferece soluções para os problemas do cliente, então confie no seu “taco” e mantenha-se firme na negociação;

6. Você merece obter lucro – A sensação de realização pelo trabalho efetuado é muito importante para o vendedor, a sua autoestima precisa estar em alta para que os seus resultados sejam satisfatórios. Você tem direito a uma compensação razoável pelo seu trabalho, e o que é razoável? Qualquer valor que convença os seus clientes na relação custo-benefício;

7. Se o cliente disser que o seu preço está alto demais, use essa técnica: Pergunte: “O preço está alto em relação a quê?” Ao preço do concorrente, a pouca percepção nos benefícios ou a alguma dúvida oculta? Descubra conforme a percepção do cliente porque que ele está achando alto e, posteriormente, use argumentos específicos para superar a objeção, o objetivo é saber o que está se passando na cabeça do cliente, paralelamente, ou seja, além do preço. Muitas vezes, ele está achando o preço alto porque o do concorrente está mais baixo, entre outros fatores;

8. Demonstre resultados – Mostre como o seu produto/serviço pode ajudar o cliente a resolver o seu problema, é como uma balança: o cliente vai pesar para ver se vale ou não o seu investimento, mas cabe a você (vendedor) demonstrar com entusiasmo os benefícios. Lembre-o de que o que realmente importa são os resultados finais, e não apenas o que está sendo pago;

9. Mostre com sutileza o lado negativo do preço mais baixo – Promova uma reflexão no cliente perguntando se ele já passou por uma experiência negativa na aquisição de um produto pagando um preço menor. As pessoas têm a memória muito falha e acabam se esquecendo de fatos importantes na hora de pagar um preço justo pela qualidade do produto ou serviço que vai adquirir. Cabe ao vendedor estar preparado para estabelecer esse diálogo aberto e criativo com o seu cliente;

10. Benefícios intangíveis – Credibilidade da empresa no mercado, qualidade do produto, treinamento dos funcionários, pós-venda, prêmios, confiança, etc. Estes benefícios são todos invisíveis, mas importantes na percepção do cliente. Qual o resultado de um soldado que vai para a guerra sem armas e munições? A derroa para o seu inimigo, assim é o vendedor, pois ele precisa ter várias ferramentas para superar a objeção, portanto, aproveite bem todos os argumentos que estão a sua disposição;

11. Solicitação de desconto é um ótimo sinal de compra – Não encare uma solicitação de desconto como uma ameaça, é uma ótima oportunidade para você convencer o cliente de que o preço que ele está pagando lhe trará ótimos benefícios. Se ele está solicitando desconto é porque tem interesse, então, aproveite este momento e feche o negócio.

André Silva é palestrante de motivação e vendas, seu e-mail de contato é  contato@palestranteandresilva.com.br.

André Silva é leitor do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo exclusivo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor.

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Ferramenta online ajuda pequena empresa fazer planejamento de marketing

01/1/2010

Já falamos aqui no Pensando Grande sobre a importância do planejamento de marketing nos negócios de pequeno porte, é preciso saber qual o rumo que sua empresa tomará, para definir o futuro da sua empresa é preciso planejar. Com planejamento há mais chances de alcançar os objetivos traçados. Mas na correria do dia a dia, os pequenos empresários enfrentam dificuldades para investir tempo e dinheiro em planejamento na área de marketing. Outra necessidade é a de orientação: como fazer, por onde começar, o que abordar? Uma das opções para elaborar um plano de marketing é a Click Marketing, uma ferramenta online e gratuita do Sebrae. O objetivo da ferramenta é auxiliar no estudo dos pontos fortes e fracos da pequena empresa e auxiliá-la a cada passo na criação de um plano de marketing.

A  Click Marketing auxilia o empreendedor na construção e acompanhamento do seu plano de marketing. O acesso ao seu  plano é feito pela internet, ou seja, você poderá trabalhar nele a qualquer momento e de onde estiver. Enquanto está construindo seu plano a solução mostra dicas e  exemplos. A ferramenta ainda conta com tutores, profissionais preparados para orientar e tirar as dúvidas dos empreendedores por e-mail. O tempo estimado para a criação do plano é de 45 minutos.

Confira abaixo a estrutura sugerida pela Click Marketing para o plano básico de marketing:



Motivação

Nessa etapa você irá indicar qual é o seu objetivo em elaborar seu Plano de Marketing. É importante responder a esta pergunta logo no início para situar o trabalho e responder o restante das perguntas em função deste foco.

Análise de Ambiente

Na etapa de Análise de Ambiente você irá avaliar e indicar suas Oportunidades e suas Ameaças. Para cada item, você deve pensar em todos os aspectos externos ao seu empreendimento, que está fora de seu controle, tanto os positivos (Oportunidades), quanto os aspectos negativos, que podem atrapalhar seu negócio (Ameaças).

Objetivos Estratégicos

Nessa etapa você irá estabelecer objetivos para que possa medir se suas metas foram alcançadas. Com isso, você irá direcionar o seu negócio e motivar sua equipe. Esses objetivos são estabelecidos anualmente e se referem ao médio e longo prazo. Esse procedimento precisa ser bem definido desde o início, pois é a base para determinar os recursos necessários para implantar seu Plano.

Diferencial

Nessa etapa, você irá refletir e descrever sobre os diferenciais de seu produto ou serviço. Essa etapa é importante, pois sem diferencial você será apenas mais um.

Plano de Ação e Monitoramento

Nessa etapa, você irá preencher listas que lhe permitirão verificar constantemente se seu negócio está no caminho certo. Essa verificação é bastante importante, pois, por mais que um plano seja bem elaborado, se não for atualizado e utilizado, ficará defasado e não terá serventia. O Plano de Ação compreende: Ações de ajuste de Mix de Marketing; Ações de campanha de comunicação, propaganda e promoção; Metas; Orçamento e execução financeira.

Análise Interna

Nessa etapa você irá avaliar e indicar seus Pontos Fortes e seus Pontos Fracos. Esse processo é essencial para saber com que atividades você terá mais facilidade para se destacar e quais deveria evitar para, então, buscar parceiros ou apoio profissional de quem domina estas outras áreas.

Identificação da Oportunidade

Nessa etapa, você deve refletir e indicar como poderá atender às necessidades e desejos dos consumidores. A compreensão da necessidade do consumidor é uma oportunidade fundamental para saber direcionar sua estratégia de Marketing.

Perfil dos Clientes

A etapa de Perfil dos Clientes fará você identificar corretamente o perfil de seu cliente ideal, ajudando a direcionar e concentrar seus investimentos de Marketing em um ou mais segmento(s).

Mix de Marketing

O Mix de Marketing é uma das etapas mais importantes de seu Plano de Marketing. Aqui você irá definir suas estratégias de atuação no mercado, com base em todas as informações que você já preencheu. As estratégias abordadas aqui compreendem: Estratégia de Produto/Serviço; Estratégia de Preço; Estratégia de Distribuição ou Ponto; Estratégia de Comercialização; Estratégia de Comunicação, Propaganda e Promoções.

Fonte da estrutura: página Click Marketing

Para utilizar a ferramenta basta fazer o cadastro na página da Click Marketing.

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Como escolher um profissional de tecnologia para sua pequena empresa

27/27/2010

Os negócios de pequeno e médio porte são a base da economia brasileira, representam 97,5% do total de empresas estabelecidas no Brasil. Pesquisa realizada pela Microsoft em cinco países revelou que o investimento em tecnologia é uma das prioridades este ano para o segmento, dados apontam que o aumento médio esperado com TI – Tecnologia da Informação – é de 16%. O objetivo é otimizar os negócios, cortar custos, alavancar oportunidades e alcançar resultados ainda mais positivos.

Mas para que o investimento não se tornar um pesadelo há um personagem fundamental: o profissional de tecnologia. Para saber um pouco mais sobre o assunto o Pensando Grande conversou com Edmilson Bertoni,  Diretor Geral da Ka Solution Tecnologia, empresa que forma 15 mil alunos todos os anos em mais de 200 cursos relacionados à tecnologia. “Existe uma forte demanda por profissionais especializados, temos treinamentos para área de infraestrutura e para desenvolvimento”, explica Bertoni. Um especialista preparado é capaz de indicar a solução mais adequada à necessidade momentânea e futura da empresa.

Com a ajuda de Bertoni preparamos 3 dicas básicas para ajudar o empreendedor que busca um profissional de tecnologia:

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Vale a pena “levar vantagem”?

Tecnologia é ferramenta para o crescimento dos negócios

Pregão eletrônico é alternativa para vender mais

24/24/2010

Comprar com qualidade e preços competitivos é um desafio, o contato com diversos fornecedores leva tempo e as negociações podem ser desgastantes. Uma opção para agilizar e tornar mais eficiente os processos de aquisição é o pregão eletrônimo, modalidade já utilizada pelo governo e que também está disponível para empresas privadas. Nesta alternativa está uma oportunidade para pequenas e médias empresas. “O pregão eletrônico é uma modalidade de licitação onde os fornecedores dão lances sucessivos e cada vez menores a fim de arrematar uma oportunidade de venda. Este tipo de negociação também é conhecido como leilão reverso.  O Pregão Eletrônico surgiu com desenvolvimento da tecnologia, assim passou a ser possível o envio de propostas e lances para a aquisição de bens e serviços através do computador”, explica Karine Camargo Silverio, coordenadora de e-commerce do Portal de Compras Corporativas.

É importante ressaltar que o pregão para empresas privadas difere em alguns pontos dos praticados pelos órgãos públicos. Por terem mais flexibilidade, as empresas podem escolher a marca do produto, padrão de qualidade, a forma de entrega, condições de pagamento, logística e outros fatores que possam influenciar seu processo de aquisição. “É uma ferramenta que se configura como tendência de mercado que vem para tornar o departamento de compras das empresas mais ágil”, afirma Karine.

A vez das pequenas e médias empresas

Pesquisa realizada pelo Sebrae aponta que as médias e grandes empresas representam 25% dos clientes de microempresas, um número ainda pequeno e que tem potencial para crescer. Para os pequenos negócios este é um caminho para tornar-se fornecedor de uma grande empresa. “Esta é a oportunidade que as micro, pequenas e médias empresas precisam para mostrar que tem condições de atender às grandes corporações e que possuem preços e produtos de qualidade tanto  quanto os fornecedores que já estão há muito tempo negociando com estas grandes empresas. É a possibilidade de abertura de novos mercados. Sem contar a diminuição do ciclo de vendas, que hoje também tem um alto custo e influencia na negociação final do produto/serviço”, avalia a especialista.

Reunimos 5 dicas para que pequenas empresas aproveitem esta modalidade de venda:

Os custos envolvidos no processo variam de acordo com a plataforma utilizada para a realização da negociação. “Algumas plataformas trabalham com mensalidades ou com pagamentos anuais, outras com percentual sobre negociações efetivadas na plataforma”, explica Karine. Os requisitos para a participação em pregões eletrônicos como fornecedor são a capacidade produtiva da empresa, documentação regular e um bom histórico junto ao mercado.

A especialista preparou uma lista das vantagens do uso de pregão eletrônico  para compradores e fornecedores:

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