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Artigos com a tag "Pequenas Empresas"

Por Laecio Barreiros

Conforme o Wikipédia, a enciclopédia livre, em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços, aonde a palavra inflação é utilizada para significar um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é às vezes visto como a causa do aumento de preços;

E como isso afeta a vida das PME´s ?

Vejamos o exemplo dos salarios:

As empresas estão tendo de pagar salários cada vez maiores para contratar novos funcionários, principalmente para tirar pessoal de empresas concorrentes. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que os salários de contratação na indústria cresceram 12% nos últimos 12 meses. Na média da economia, a alta foi de 10%.

No mesmo período, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços Ampliado (IPCA) ficou em 6,7% – acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo governo para 2011, de 6,5%.

O crescimento dos salários é bom para o consumidor e excelente para as vendas. No entanto, representa um aumento de custos para as empresas. “O problema é como repassar para os preços este adicional , afinal quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura”.

Vejamos agora o que chamamos de efeito esponja ou mola:

As PME´s na sua maioria, compra e adquire suas matérias primas, produtos e insumos de uma grande empresa ou grande distribuidor que em algumas situações,  esta em situação confortável como principal player do setor ou detem o monopólio ou alguma influencia sobre o fornecimento em função do seu porte e tamanho, desta forma a pressão por aumento de preços ou por variações nas condições comerciais  é constante e sempre mais favorável para o Grande em relação às PME´s.

Muito bem! Entendido que uma elevação de preços por parte do seu fornecedor, deve então naturalmente ser computado e adicionada na formação de preço de vendas e por consequência repassado a quem compra (cliente), aparece ai uma outra surpresa para as PME´s , que quando não vende para o cliente final e ai na maioria das vezes tem como cliente uma empresa de maior porte. Esta a “Grande Empresa”,  por sua vez cria muitos empecilhos e não aceita o repasse ou aumento de preços e ameaça e pressiona a PME para manter a tabela e condição comercial.

Quando a venda é para um cliente final ou consumidor direto isto á amenizado, lembrando sempre que quem dá o preço final de um produto é o mercado atraves da lei de oferta e procura.

Por tanto, nestas duas situações a consequência para se manter o volume de vendas e negócios é manter o preço sem repassar o aumento dos insumos que tem como consequência imediata a parte de margem ( lucro ), deixando a imagem de uma esponja ou mola para a PME que fica no meio e é pressionada para cima pelo “fornecedor” e para baixo pelo “cliente”.

Nos dois exemplos sentimos claramente o efeito danoso da inflação na PME que algumas situações acaba literalmente pagando a conta.

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O planejamento de tecnologia na sua empresa vai além da necessidade de computadores para as atividades diárias dos seus funcionários. A tecnologia é uma aliada em todos os segmentos de sua empresa, com ela, todas as áreas podem render mais e seu negócio crescer. Mas como uma pequena empresa pode começar a utilizar as diversas soluções disponíveis para crescer? E como saber qual a melhor para sua empresa? E estas ferramentas estão ao alcance do pequeno empreendedor? Para responder a estas e outras perguntas, o Pensando Grande Ao Vivo, primeiro evento online do nosso blog, convidou Maurício Ferreira, gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft.

Confira esta entrevista sobre tecnologia e bons negócios.

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Ele criou um império, desde uma gigante no ramo do entretenimento até uma empresa que já vende viagens espaciais. Richard Branson é o fundador do Grupo Virgin e colunista do portal Entrepreneur, onde fala sobre empreendedorismo. Em sua última coluna, o empresário respondeu a uma pergunta de um leitor: como um pequeno empresário pode criar alicerces para uma cultura corporativa como a da Virgin?

Confira a resposta de Richard Branson em sua coluna no portal Entrepreneur:

Se você está lançando um novo negócio ou se preparando para expandir o seu, criar uma base sólida para o futuro é extremamente importante – trazer investidores, fazer contratos, recrutar membros da sua equipe principal, escolher os fornecedores certos.

Quando meus amigos e eu começamos a Virgin há 40 anos, não tínhamos um plano de negócios – especialmente não para o grupo que até 2011 teria mais de 400 empresas ao redor do mundo que empregam 50.000 pessoas. Se tivéssemos tentado um plano para tal futuro, teríamos certamente estraguado tudo.

Se há uma maneira “certa” para desenvolver a cultura da sua empresa, nossa experiência mostra que ela deve evoluir organicamente. Em 1970, eu e meus amigos não estávamos planejando fazer outra coisa senão ganhar algum dinheiro e passar bem nosso tempo, fazendo algo que amamos. Nós amamos ouvir música, por isso tentamos vender discos para outros garotos que queriam um lugar divertido para passar o tempo na hora de decidir qual deles comprar. Não tínhamos um plano de marketing ou orçamento – os nossos objetivos foram simplesmente para ganhar dinheiro suficiente para pagar o aluguel e os nossos fornecedores, e ter algum dinheiro sobrando no final do mês. Nosso começo não foi diferente da maioria das empresas de pequeno porte, já que poucos empresários começam a pensar sobre a cultura do seu negócio até que ele já esteja bem estabelecido.

Quando eu olho para trás, vejo que a coisa certa estava em nosso processo de planejamento, quando nós tínhamos certeza que todos estavam se divertindo trabalhando e que os que tinham uma boa ideia estavam em nossos processos decisórios.

Tivemos acidentalmente tropeços em elementos centrais de uma cultura dedicada a oferecer grande serviço ao cliente! Descobrimos que pessoas que trabalham em um ambiente amigável, tolerante a erros, e que estão habilitadas a tomar decisões sobre como elas fazem seu trabalho, chegam às melhores soluções possíveis para servir aos clientes.

Lembre-se que o modo de tratar o cliente irá formar a base de sua cultura corporativa. Coloque sua equipe em primeiro lugar, ouví-los, e acompanhar suas ideias e sugestões é fundamental.

Em pequenas empresas, os proprietários muitas vezes acham difícil aprender a lidar com o sucesso. Quando uma empresa vai bem, muitos executivos começam a se concentrar apenas no aumento dos lucros, não importa a que custo – deixando para trás tudo o que originalmente fez o negócio especial. O fundador normalmente se move para um grande escritório de canto no andar de cima e nunca mais põe os pés na fábrica. Funcionários que foram essenciais para o sucesso inicial da empresa, de repente descobrem que eles são os últimos a saber o que está acontecendo, e as suas opiniões não são mais valorizadas.

Para garantir que sua empresa cresça em um ritmo confortável, sempre que possível, envolva seus funcionários na evolução da empresa. Se você é proprietário de uma empresa pequena em expansão, diga a todos os seus funcionários o seu plano – inclua a todos, desde o motorista do caminhão até o time principal. Se você puder, trabalhe nos detalhes do plano de expansão em conjunto, tendo em conta os desafios enfrentados por seus empregados, e incorporando as melhorias que eles gostariam de fazer. Os vencedores finais serão seus clientes.

Na Virgin, nunca tivemos que lutar com os problemas típicos das grandes corporações, provavelmente porque nós nunca realmente ficamos grandes – nós apenas diversificamos. Nosso crescimento foi uma vez descrito como “desintegração vertical” porque os nossos novos negócios frequentemente parecem ser tangenciais ou até mesmo completamente alheios a nossa missão central. Quando Virgem era conhecida pela produção e venda de discos, por exemplo, começamos a desenvolver uma companhia aérea.

Vemos um fator de união em nossa dedicação ao serviço ao cliente. Em vez de se tornar uma entidade enorme e inchada trancado em um único setor, estas incursões tangenciais têm mantido a nossa empresa nova e diferente – nós estamos sempre aprendendo novos negócios e recrutando novas pessoas inteligentes. Cada empresa da Virgin é dirigida por sua equipe de gestão própria, em grande parte autônoma, que depende de pequenos princípios que temos empregados desde o início.

Qualquer caminho que você decida tomar para expandir o seu negócio, certifique-se de aproveitar os sucessos do passado de sua empresa que se encaixam na cultura corporativa e a visão para o futuro que você e sua equipe criaram. Se alguém diz: “Isso não é a forma como uma grande empresa faria isso”, tome-o como um elogio!

Gostou da filosofia do Richard Branson? Então não perca a próxima quarta-feira, 13 de julho. O executivo participará do WPC 2011, evento voltado para parceiros Microsoft. A edição deste ano acontece em Los Angeles e contará com Branson mostrando um pouco mais da cultura corporativa adotada no grupo Virgin. Você poderá assistir a trasmissão ao vivo desta palestra. Acompanhe os canais do Pensando Grande nas redes sociais e o  Twitter do Café Parter Brasil para mais informações.

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