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Artigos com a tag "redes sociais"

O Marketing com certeza está entre as maiores preocupações dos pequenos e médios empreendedores, pois é praticamente impossível  que haja algum profissional que não queira exercer todos os setores do seu negócio da melhor maneira. Não existe nenhum empreendedor 100% competente em tudo, porém existem aqueles que buscam todos os tipos de informações favoráveis ao seu empreendimento.

O autor e consultor de marketing digital Cláudio Torres em sua obra Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas e Médias Empresas buscou exatamente dar esse suporte para os empreendedores que vivem na correria diária de um negócio.

Hoje, independente do tamanho de seu negócio, a internet se tornou um canal de comunicação mais utilizado e um ótimo termômetro de satisfação dos clientes. Se antes a TV e o rádio, além das mídias impressas, estavam entre as principais mídias de comunicação entre empresa e consumidor, hoje a internet se tornou o caminho mais ágil, direto e muitas vezes mais eficiente.

“Os consumidores têm agora ferramentas de busca poderosas, que permitem localizar estabelecimentos comerciais próximos ao local onde estão naquele momento. Os blogs se tornaram a fonte de informação principal de muitos consumidores, principalmente aqueles que falam sobre marcas e produtos, comentando sobre a experiência de uso. As redes sociais se tornaram um canal de comunicação constante entre consumidores, que relatam em detalhes o que compram, como utilizam e o que acharam dos produtos e serviços”. (Texto extraído do e-book ”Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas e Médias empresas” p.6).

Por isso, todo planejamento que saiba explorar esses caminhos da melhor e mais segura maneira garantirá que sua empresa tenha um bom relacionamento com seus clientes e, ainda um espaço para se expor aos futuros clientes. No livro, o autor sugere maneiras de construir essa estratégia analisando o consumidor através de pontos como o que ele procura, onde ele busca informações e como as seleciona e o poder de influência, ou seja, como ele propaga as suas opiniões sobre produtos ou serviços. Somente realizando essa análise será possível iniciar uma estratégia para cada canal.

No decorrer do livro, o autor desenvolve dicas de como trabalhar o marketing específico para conteúdos, e-mails marketing, publicidade, pesquisa e monitoramento. Desenvolvendo cada uma dessas estratégias, você, com certeza, irá focar e trabalhar com segurança o relacionamento e confiança de seu cliente.

Confira algumas dicas práticas de como viver nesse mundo digital com a sabedoria que a sua pequena ou média empresa precisa:

Todo o cuidado desde o início até a conclusão da ação deve ser acompanhado, pois somente dessa maneira conseguirá identificar o que precisará mudar, melhorar ou manter. Principalmente com a facilidade que os assuntos se propagam na internet, todo passo dever ser pensado, uma palavra, ou atitude podem desmoronar ou elevar a sua imagem digital.

Autor

Cláudio Torres é graduado em Engenheira Eletrônica pelo ITA, tem Mestrado em Sistemas pela USP e pós- graduação em Marketing. É palestrante e consultor em marketing digital e mídias sociais. É professor de MBA e Pós-Graduação em Marketing Digital na ISAE/FGV, Pitágoras, IBG e IDigo. É autor também do livro A Bíblia do Marketing Digital.

Guia Prático de Marketing Digital para Pequenas Empresas

O e-book reune maneiras de como utilizar a Internet nos negócios de pequenas e médias empresas visando sempre os bons resultados. O guia prático ajuda o empreendedor a entender o marketing digital e ainda conheça sete estratégias do marketing digital que são Marketing de Conteúdo, Marketing nas Mídias Sociais, E-mail Marketing, Marketing Viral, Publicidade on-line, Pesquisa na Internet, e Monitoramento. (Saiba mais acessando www.claudiotorres.com.br).

Você já conhece os recursos na nuvem para seu empreendimento? Então, aproveite o momento para conhecer mais uma ferramenta que irá lhe render uma maior produtividade. Saiba mais sobre o Windows Azure.

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Quando começamos a falar sobre pequenas empresas e redes sociais, a primeira coisa que pensamos é o Twitter, seguido do Facebook e Foursquare. Este triângulo social corporativo é muito importante, afinal de contas, a maioria dos usuários ativos na internet utiliza uma dessas plataformas. Mas vamos olhar para uma rede que merece a mesma ou até maior atenção que damos para as outras: o LinkedIn.

A plataforma foi fundada em dezembro de 2002 e lançada cinco meses mais tarde, em maio de 2003. Ela é considerada uma rede social vertical, ou seja, mantém a essência da rede social, mas é composta por um grupo segmentado de usuários que compartilham um mesmo interesse ou preferência, neste caso, fins profissionais.

Até pouco tempo atrás havia uma falsa ideia da real utilidade do LinkedIn. Parte das pessoas acreditava ser uma espécie de site para cadastrar currículo e repassá-lo com mais facilidade. Grande erro. A rede esconde muito mais funcionalidades do que se pensa. O usuário registrado, seja ele pessoa física ou jurídica, tem duas formas de utilizar os recursos do LinkedIn: o modo gratuito e modo pago. O modo pago é atrativo, ele possibilita o usuário traçar um plano de carreira e simular contratações sem nem chamar determinado candidato para entrevista. Porém o modo gratuito é muito útil, aliás, a maioria dos cadastros são gratuitos.

Além do fato de ser uma rede específica para negócios, existem outros motivos para que você cuida melhor da imagem de seu negócio neste site. Há mais de 15 milhões de pequenas empresas de todo o mundo usando o LinkedIn, segundo a plataforma. Isso representa, mais ou menos, 25% do total de usuários.

Recomendações

A pessoa física pode, ao montar seu perfil profissional, solicitar recomendações de antigos chefes e colegas de trabalho. Por exemplo: João trabalho em uma empresa de canetas e atualmente está desempregado. Ao listar o nome dessa empresa o LinkedIn procura em sua base quem utiliza a empresa em seu currículo. Essa interligação de lugares gera uma lista de funcionários e, conseqüentemente, facilita a recomendação.

Este privilégio vale também para empresas cadastradas no site. Estamos cansados de saber que a propaganda boca-a-boca é essencial e que as redes sociais abriram o leque de comentários sobre determina marca. Solicite a seus clientes que recomendem sua empresa ou seu produto. Construa uma reputação de comentários e prospecte mais clientes. Lembre-se que uma determinada marca é formada também por comentários negativos, então esteja preparado para recebê-los e listá-los no perfil.

Presença na rede

Quantos de nós já criou uma conta LinkedIn e deixou dormente por meses? Por falta de costume ou pela pouca movimentação na rede, cometemos o pecado de deixá-la abandonada por algum tempo e depois voltar. Assim como é preciso atuar nas redes mais populares, no LinkedIn também é preciso monitorar movimento de usuários, novas e possíveis conexões, interesses, etc. Para deixar seu perfil mais ativo, integre o Twitter de sua empresa com sua conta no LinkedIn. Além disso, favorite a plataforma e veja, pelo menos, uma vez por dia. Sua empresa não funciona uma vez por semana, logo, seu LinkedIn também não.

Procure no diretório de grupos e encontre associações setoriais e redes de contato para fazer parte. Por exemplo, se você atua no ramo de casamentos e planejamento de eventos há mais de 530 grupos relacionados.

Financiamento


Você pode usar o LinkedIn para encontrar potenciais investidores em startups, já que há mais de 3 milhões de pessoas dessa área no site. Uma vez conectado, sua participação no LinkedIn (respostas, atualizações e participações em grupos) podem, talvez, despertar o interesse desses investidores no seu pequeno negócio.

E no que mais minha empresa pode fazer no LinkedIn?

-  Gerenciar as informações que estão publicamente disponíveis sobre você como profissional;

- Encontrar e ser apresentado a possíveis clientes, fornecedores de serviços e conhecedores de assuntos diversos que foram recomendado;

- Criar e colaborar em projetos, reunir dados, compartilhar arquivos e resolver problemas;

-  Ser encontrado para oportunidades de negócios e encontrar possíveis parceiros;

- Ganhar novas ideias de discussões com profissionais de pensamentos semelhantes nas configurações para grupos privados;

-  Descobrir conexões internas que podem ajudá-lo a encontrar empregos e fechar negócios;

-  Publicar e distribuir listas de vagas para encontrar o melhor talento para sua empresa.

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“Originalmente as mídias sociais foram criadas para fins pessoais. Com o crescente número de usuários ativos nas plataformas, as empresas viram uma oportunidade de impactar clientes e adaptar a natureza das ferramentas para a realidade corporativa”. Foi assim que a professora Thais Corteze abriu a palestra “Proteção jurídica dos usuários de mídias sociais” ontem na Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O seminário fez parte do evento “Inclusão das Micro e Pequenas Empresas no Mundo Digital” que contou também com a participação do professor Marcos Hiller explicando a evolução dos meios digitais e gestão de marca no mundo offline e online (confira o post amanhã aqui no Pensando Grande).

A professora focou seu discurso na utilização da internet por funcionários das empresas. Pesquisas comprovam que funcionários que utilizam redes sociais pessoais durante o período de trabalho são mais produtivos. Ao mesmo tempo boa parte das empresas bloqueia o uso da ferramenta com a premissa de que esses canais, além de romperem o fluxo de trabalho, comprometem o compartilhamento de dados da empresa e dão abertura para a concorrência desleal. “A proibição total desses sites não é o caminho correto. O dono da empresa precisa manter uma relação muito transparente com seus funcionários, inclusive sobre a utilização de mídias sociais”, afirma Thais.

O aconselhável é, primeiramente, criar um regulamento interno sobre a utilização da internet em ambiente corporativo. É permitido acessar determinado site ou rede social? De que forma? Quais os benefícios e perigos disso? Essas questões devem ser discutidas juntamente com os funcionários. Após estabelecer os parâmetros viáveis, crie um documento válido e claro com tudo que foi combinado e peça para que todos de sua empresa assinem. “Não é possível obrigar o funcionário a assinar o documento. Caso haja relutância, faça outro documento dizendo que determinada pessoa não se propôs a assinar, mas está ciente do trato e peça para que alguns funcionários sirvam de testemunha”, explana Thais.

E porquê deve haver todo esse cuidado com relação ao uso da internet? “O funcionário que tem acesso à internet tem acesso também a um mundo de informações das quais ele pode compartilhar. O Código de Defesa do Consumidor diz que se algum usuário que utiliza a rede corporativa, de um computador normal ou de um aparelho celular, ameaça, difama, insulta ou prejudica outra pessoa, a empresa é responsabilizada mesmo sem haver qualquer relação de consumo”, esclarece a professora. Não só a empresa é responsabilizada, mas também o provedor de acesso, pois entende-se que ele viabilizou esta conduta. A criação do regimento interno sobre o uso da internet não isenta a empresa de um possível processo, mas favorece a mesma na hora de responsabilizar um funcionário perante o juiz.

“Não existe atualmente na legislação brasileira regras voltadas a crimes digitais. Utilizamos casos similares para julgar situações. Recentemente foi criado um projeto de lei chamado Lei Marco Civil da Internet que antes de ser enviado para aprovação tornou-se público”, explica a professora. Outra questão levantada foi a utilização do e-mail corporativo para fins pessoais. Thais Corteze explica que não há lei sobre esse uso indevido, mas é direito da empresa monitorar o e-mail e demitir o funcionário por justa causa caso seja feito outro uso sem ser o profissional. Divulgar o conteúdo desses e-mails para terceiros é proibido, podendo somente serem utilizados para fins jurídicos.

Thais aconselha também a criar login e senha em todos os computadores da empresa e aconselhar os funcionários a travar o computador toda a vez que não estiver na mesa. Isso evita que pessoas com más intenções se aproveitem da situação e utilizarem o IP de outro computador para fazer uso ilícito da internet.

A tecnologia ajuda também o empresário a controlar os passos dos funcionários no computador corporativo. Existem tipos de software que monitoram os sites, tempo de permanência em página e cliques, além de gerar relatórios e dossiês sobre o usuário. São muito úteis para o empresário, mas é preciso avisar aos funcionários sobre a existência desses programas.

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