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11 dicas para superar a objeção preço

02/2/2010

Por André Silva

1. Não fale em preço antes de o cliente perguntar – Segure a ansiedade e não comente o preço no início da negociação, é fundamental ganhar a confiança do cliente e gerar credibilidade no relacionamento para, depois, comentar o preço. Na venda, existe o processo de amadurecimento que precisa ser levado em conta, a calma é fundamental neste momento. Caso o cliente pergunte e insista no preço logo de início, fale para ele e, após, continue apresentando o seu produto com todos os diferencias que ele possui;

2. Identifique os principais problemas do cliente – Porque o cliente deveria pagar o seu preço? Essa pergunta pode responder a questão dos descontos que os vendedores oferecem para os seus clientes. Uma maneira de fazer o cliente perceber valor no seu produto/serviço é conhecendo os principais problemas que vem enfrentando e mostrar que o investimento a ser realizado custa bem menos que os seus problemas atuais. Você sabe como fazer isso? Fazendo perguntas abertas e investigativas para que o cliente possa externar o seu ponto de vista e demonstrar as suas principais fragilidades. As perguntas abertas ajudam a entender melhor o problema do cliente e demonstra preocupação na resolução desses;

3. Dê algo extra para os clientes – Os clientes gostam de se sentir valorizados pelos seus vendedores, uma singela lembrança num momento oportuno pode fazer toda a diferença, entregue esse brinde no momento em que o cliente solicitar o desconto, dê o brinde e sustente o preço, é uma boa oportunidade para ambos ganharem, tornando a negociação agradável para ambas as partes;

4. Não baixe o preço na primeira solicitação – Se o cliente solicitar um desconto, logo de cara, não se intimide pensando que você é obrigado a oferecer, pelo contrário, nesse momento é importante explicar por que o seu produto/serviço possui esse preço, entende? Se você cede rápido demais, o cliente passa a não valorizar essa barganha, isso tem que ser conquistado com muito “suor” e, muitas vezes, ele só está tentando diminuir o preço para sair ganhando, mas, no fundo, está disposto a pagar o preço inicial ofertado;

5. A questão de preço está relacionada à percepção – O que é caro para mim pode não ser para o cliente. O que é barato para mim pode não ser também para o cliente. Existem preconceitos, opiniões, expectativas e julgamentos. É um erro julgar um prospect achando que o preço está alto demais para ele. Como você pode saber o que ele está disposto a pagar? Se você acreditar que o seu produto/serviço oferece soluções para os problemas do cliente, então confie no seu “taco” e mantenha-se firme na negociação;

6. Você merece obter lucro – A sensação de realização pelo trabalho efetuado é muito importante para o vendedor, a sua autoestima precisa estar em alta para que os seus resultados sejam satisfatórios. Você tem direito a uma compensação razoável pelo seu trabalho, e o que é razoável? Qualquer valor que convença os seus clientes na relação custo-benefício;

7. Se o cliente disser que o seu preço está alto demais, use essa técnica: Pergunte: “O preço está alto em relação a quê?” Ao preço do concorrente, a pouca percepção nos benefícios ou a alguma dúvida oculta? Descubra conforme a percepção do cliente porque que ele está achando alto e, posteriormente, use argumentos específicos para superar a objeção, o objetivo é saber o que está se passando na cabeça do cliente, paralelamente, ou seja, além do preço. Muitas vezes, ele está achando o preço alto porque o do concorrente está mais baixo, entre outros fatores;

8. Demonstre resultados – Mostre como o seu produto/serviço pode ajudar o cliente a resolver o seu problema, é como uma balança: o cliente vai pesar para ver se vale ou não o seu investimento, mas cabe a você (vendedor) demonstrar com entusiasmo os benefícios. Lembre-o de que o que realmente importa são os resultados finais, e não apenas o que está sendo pago;

9. Mostre com sutileza o lado negativo do preço mais baixo – Promova uma reflexão no cliente perguntando se ele já passou por uma experiência negativa na aquisição de um produto pagando um preço menor. As pessoas têm a memória muito falha e acabam se esquecendo de fatos importantes na hora de pagar um preço justo pela qualidade do produto ou serviço que vai adquirir. Cabe ao vendedor estar preparado para estabelecer esse diálogo aberto e criativo com o seu cliente;

10. Benefícios intangíveis – Credibilidade da empresa no mercado, qualidade do produto, treinamento dos funcionários, pós-venda, prêmios, confiança, etc. Estes benefícios são todos invisíveis, mas importantes na percepção do cliente. Qual o resultado de um soldado que vai para a guerra sem armas e munições? A derroa para o seu inimigo, assim é o vendedor, pois ele precisa ter várias ferramentas para superar a objeção, portanto, aproveite bem todos os argumentos que estão a sua disposição;

11. Solicitação de desconto é um ótimo sinal de compra – Não encare uma solicitação de desconto como uma ameaça, é uma ótima oportunidade para você convencer o cliente de que o preço que ele está pagando lhe trará ótimos benefícios. Se ele está solicitando desconto é porque tem interesse, então, aproveite este momento e feche o negócio.

André Silva é palestrante de motivação e vendas, seu e-mail de contato é  contato@palestranteandresilva.com.br.

André Silva é leitor do Blog Pensando Grande e contribuiu com este artigo exclusivo. Se você também tem uma história para contar ou quer dar sua opinião, entre em contato com o Pensando Grande, a ‘Voz do Empreendedor’ é um espaço para nossos leitores. As opiniões expressas no artigo são de responsabilidade do autor.

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7 passos para manter seus clientes

25/25/2010

Por Jeff Wuorio

“Não suma”. Você com certeza já ouviu essa frase bastante hospitaleira. Porém, para pequenas empresas, clientes que sempre voltam são fundamentais.Para o empresário, é importante entender como manter os clientes. Aqui temos sete ideias e estratégias:

1. Clientes fiéis custam menos do que clientes novos.

Estudos mostram que é mais barato trazer um cliente de volta do que atrair novos clientes. Isso faz sentido se pensarmos no custo da propaganda, da mídia e de outras ferramentas para chamar a atenção de clientes novos. Além disso, conquistar um novo cliente pode depender do “momento certo”.

“Os futuros clientes só vão prestar atenção em você quando estiverem prontos para comprar ou trocar de marca”, diz Ed Brennan, diretor de uma empresa de marketing e relações públicas. “Isso significa que você deve tentar atraí-los o tempo todo, para atingir aqueles poucos que estão prontos para escolher a sua empresa”, conclui Ed.

2. Clientes fiéis são propagandas ambulantes.

Se um cliente volta, provavelmente é porque gostou do que viu. E, assim, há grandes chances de ele espalhar a notícia e o público virá de graça até você. Estimativas recentes dizem que cada pessoa influencia de 50 a 300 outras pessoas. Imagine quanto tempo um representante de vendas gastaria para atrair 300 clientes. No entanto, ter um cliente cativo e descobrir maneiras para que ele fale da sua empresa aos amigos faz com que você aumente a sua ‘equipe de vendas’ sem ter que gastar mais.

3. Para conquistar clientes, seja consistente.

Pode parecer que, para cativar os clientes, basta oferecer bons serviços e produtos. É verdade, mas a qualidade do serviço não pode variar. Os clientes voltam porque são bem tratados todas as vezes.

4. Contrate as pessoas certas.

Como os funcionários são a cara da empresa, o comportamento deles e o relacionamento com os clientes podem cativar os clientes e fazer com que eles voltem. Pessoas positivas, amigáveis e que realmente se importam com um bom trabalho são o primeiro passo nessa direção. Qualquer funcionário que vá ter contato com os clientes (desde uma recepcionista até o departamento de cobrança) tem que entender a importância de tratá-los bem.

5. Conheça bem os seus clientes.

É difícil criar fidelidade se você não sabe o que os clientes valorizam. Uma maneira de fazer isso é usar um software para ajudar a organizar o relacionamento com os clientes. Mesmo uma empresa pequena, que funcione na casa do seu dono, pode aproveitar um programa como esse. Uma alternativa é o Business Contact Manager (BCM), – é uma ferramenta de gerenciamento de clientes e funciona no Microsoft Outlook, especialmente para pequenas empresas. Com o BCM, você pode acompanhar as iniciativas, os clientes e as oportunidades de vendas. Leia mais aqui.

6. Seja simples.

Um cliente fiel é aquele que você conhece. Cultive esse relacionamento da maneira mais pessoal possível. Por exemplo, saiba o nome dos clientes. Para isso, os programas como o BCM ajudam bastante, pois você pode ver as informações dos clientes e tudo o que já compraram quando quiser.  Tratar os clientes de maneira pessoal é a melhor vantagem sobre a concorrência. Todo mundo adora entrar em uma cafeteria e ver que o garçom lembrou o seu nome e a sua bebida favorita.

7. Mantenha contato.

Mantenha contato com os seus clientes para incentivá-los a voltar. Use um blog na internet, um informativo ou outro veículo para nunca interromper a comunicação.  “Enviamos uma carta escrita à mão para agradecer aos nossos clientes quando eles fazem pedidos acima de um determinado valor e incluímos um desconto para a próxima compra”, diz Heather Ledeboer, dona de uma loja de artigos para pais e filhos. “Também temos um blog que oferece informações e damos brindes semanais usando vídeos na internet. Os clientes acabam nos conhecendo e se tornam fiéis à nossa loja.”

Jeff Wuorio é especialista norte americano em gerenciamento, marketing e tecnologia para pequenas empresas.

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Estreitando seu relacionamento com futuros clientes

Mitos de negócio podem arruinar uma empresa, como dar a volta por cima?

18/18/2010

Existem momentos em que o empreendedor se vê em um dilema: mudar a estratégia de seu negócio para tentar melhorar os resultados ou desistir e evitar mais prejuízos. Nestas horas, o desespero é o pior inimigo, é preciso manter a calma e procurar ajuda para resolver este verdadeiro quebra-cabeça. O empresário Eduardo Pozzi passou por este desafio, apenas um deles entre os muitos enfrentados desde que abriu a Essenze di Pozzi, empresa de cosméticos com linhas de maquiagem e perfumaria.

O negócio nasceu por conta de uma afinidade do empresário com a área e sua curiosidade. “Sempre gostei de produtos da área, no segundo ano já comecei a estudar o mercado de cosméticos. Me formei e queria trabalhar na recuperação de empresas: gerenciá-las e depois partir para a venda”, explica Pozzi. O empresário conta que trabalhava em uma grande empresa com um volume grande de trabalho e salário que o deixava insatisfeito. Pozzi decidiu fazer um curso aos sábados no qual aprendeu a fabricar artesanamente velas perfumadas e hidratantes.

“Comecei a produzir hidratantes artesanais com a ajuda de uma assistente que já trabalhava em minha casa, no final do ano ela viajou para a Bahia e vendeu 18 frascos em uma semana, foi neste momento que enxerguei uma oportunidade de negócio”, relembra o empreendedor. Para viabilizar o negócio, ele vendeu seu carro e fez empréstimo com amigos e família. “Tive dificuldade de conseguir crédito nos bancos, eles não querem correr risco”, complementa.

Para vender seus produtos, o empresário apostou no sistema de vendas porta a porta, orientado por uma consultoria da área de cosméticos. “Me disseram que o custo seria mais barato que venda no varejo. Investi em catálogos e contratei consultoras, insisti neste modelo por dois anos”, afirma Pozzi. Um dos problemas enfrentado foi a alta rotatividade entre as vendedoras, que chegou a cerca de 50%. Para alavancar seu negócio o empreendedor tentou trabalha com quiosques em shopping centers, os espaços funcionariam tanto para divulgação e vendas dos produtos quanto como bases de distribuição para as consultoras. “A estratégia não surtiu efeito, o custo é muito alto, no primeiro mês empatei o investimento, depois comecei a acumular prejuízo”, alerta Pozzi.

A hora da virada

Apesar de todas as dificuldades, o empresário estava decidido a salvar o seu negócio. “Na vida de um empreendedor todo dia ele aposta tudo que tem. Comecei a ler todos os livros sobre venda que encontrava, eu precisava aprender a ler. Foi quando li ‘Vendedor Pitbull’, de Luis Paulo Luppa. Mandei um e-mail para ele e pedi ajuda”, conta o empresário.

Depois de algum tempo o consultor em vendas atendeu Pozzi e apresentou a ele algumas informações sobre o mercado de vendas porta a porta, os dados sinalizaram que para competir neste segmento a empresa precisaria investir cerca de R$ 2 milhões, valor inviável para a Essenze di Pozzi. A sugestão de Luppa era de regionalizar as vendas, trabalhar com representantes e investir em display de produtos e promotoras de vendas.   “A média de venda mensal das vendedoras porta a porta era de R$130, quando os representantes fechavam negócio com duas lojas, o faturamento era equivalente a 80 meninas”, afirma Pozzi.

Hoje a Essenze di Pozzi tem 60 funcionários, 137 produtos, 200 pontos de vendas e um volume de vendas de 22 mil peças/mês, com previsão de crescimento anual de 80%. “Para empreender no Brasil é preciso persistência e ter a capacidade de enxergar as oportunidades e encontrar as pessoas certas. Você faz de tudo um pouco, foi difícil demais superar as fases ruins, mas não me arrependo”, finaliza o empresário.

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10 passos para ser um bom vendedor

09/9/2010

Uma empresa precisa dar lucro e para isso é preciso vender. Manter uma equipe de vendas motivada e com bons resultados é um desafio para o pequeno empresário, isso quando não é ele próprio que atende clientes e fecha as vendas. “Não existe perfil de vendedor ideal, pois isso muda de uma empresa para outra, cada uma tem uma cultura e o perfil mais adequado a ela”, afirma César Frazão, palestrante, escritor e especialista em vendas.

Apesar de não existir um perfil ideal, existem características inerentes aos vendedores de sucesso, Frazão cita três delas. “Ao longo de anos de experiência e mais de 500 palestras para este público, percebi três características presentes em todos os vendedores bem sucedidos, é preciso estar atento a elas”, afirma o palestrante. Frazão contou ao Pensando Grande quais são estes atributos, assim o empreendedor que está em busca de um bom vendedor pode ficar atento.

Otimismo

Bons vendedores são otimistas por natureza, trabalham com pensamento positivo, enxergam o dia como uma oportunidade de fazer melhor seu trabalho.

Competência

Não há mais espaço para profissionais não preparados, o profissional de vendas precisa saber tudo sobre o produto ou serviço que oferece. É importante investir: ler e estudar muito sobre vendas.

Criatividade

Empresas querem pessoas que criem soluções, para isso é preciso ser criativo, buscar sempre uma saída para os problemas. Questões culturais e gerenciais dificultam o fomento da criatividade entre vendedores.

Para Frazão é possível incentivar estas três qualidades em um profissional. “Sempre há uma solução, demitir não deve ser a primeira opção. Treine, motive, se não funcionar, aí sim, troque de vendedor”, avalia.

Erros fatais

Como em outras áreas, existem erros que são comuns entre os profissionais de vendas, mas simples de evitar. “Eu sempre destaco dois erros cruciais: desonestidade e utilizar o desconto como único argumento. Se você mentir para seu cliente, perde credibilidade, o que não se recupera. É melhor perder uma venda, pois isso você pode recuperar”, ensina Frazão.

Quanto aos descontos, ele recomenda cautela, deve ser utilizado com planejamento, o cliente não pode ter a impressão de que seu produto não tem diferenciais em relação à concorrência”, alerta o especialista.

Como ser um bom vendedor

César Frazão divide com os leitores do Pensando Grande dez passos práticos que ensina aos vendedores em suas palestras.

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Opções de pagamento online para pequenas empresas

31/31/2010

Uma das principais dificuldades dos pequenos empresários no comércio eletrônico é disponibilizar meios de pagamento que atendam bem seu público. Afinal, o cliente quer a mesma facilidade que encontra nas grandes lojas online, além de segurança e rapidez. Ter um bom produto não é suficiente para vender na web, é preciso estimular a compra pelo cliente, ser encontrado por ele e, finalmente, prover diversas formas de pagamento. Mas para os pequenos empreendedores isso não é tão fácil, negociar com diversas operadoras de cartões de crédito e bancos pode ser desgastante e complicado.

Em palestra no Seminário de Empreendedorismo na Era Digital, evento promovido pela DinheiroMail, Marcos Bueno, presidente da empresa, apresentou as vantagens do sistema de pagamento DinheiroMail. A plataforma permite ao vendedor disponibilizar aos seus clientes pagamentos com os principais cartões de crédito (Visa, MasterCard, Dinners, Hipercard, American Express e Aura), boleto bancário, débito online, Oi Paggo ou dinheiro em conta DinheiroMail.

Bueno iniciou sua palestra destacando que a DinheiroMail tem foco no vendedor, ou seja, no empresário que está na internet. A empresa recebeu um aporte do IFC – International Finance Corporation, do Banco Mundial, uma área dedicada a incentivar o empreendedorismo em países em desenvolvimento.

Como funciona

A DinheiroMail oferece uma plataforma completa de pagamento para quaisquer tipos de comércio eletrônico:

Carrinho de compras:  facilmente integrado ao site pelo desenvolvedor web.

Botão de compras: ainda mais simples, qualquer pessoa consegue utilizar apenas seguindo as instruções no site da empresa.

DM Venda Direta é uma ferramenta inovadora que permite que qualquer empreendedor possa fazer venda por telefone aceitando todos os cartões de crédito. Desenhada para facilitar as vendas diretas, já está disponível no Brasil, a primeira empresa a utilizá-la é a Amway. É possível também que lojistas utilizem a ferramenta pela internet, isso facilita a vida dos empreendedores que ainda não aceitam cartão de crédito em seus estabelecimentos. Saiba mais aqui.

Pagamento pelo celular: plataforma muito simples, o vendedor poderá fazer a venda pelo celular com cartão de crédito. Feito pelo navegador WAP – mais simples disponível. A ferramenta está em teste e será lançada em breve.

Cobrança por e-mail: vendedor pode fazer a cobrança por e-mail.

Segurança para o vendedor

“Nas vendas online a DinheiroMail faz a confirmação de identidade e prevenção à fraude”, garante Bueno. Esta etapa é muito importante para a segurança do vendedor. Em vendas pela web a responsabilidade do cancelammento da operação é do vendedor, pois é uma venda remota e não há uma confirmação da identidade do comprador.

Caso o cliente não reconheça a operação, ela é automaticamente cancelada e o valor é debitado do vendedor. “Pela DinheiroMail, o vendedor recebe um alerta caso haja risco e decide se quer ou não continuar a compra. Índice de devolução da empresa é de menos de 0,5%”, conta Bueno.

Outra vantagem da DinheiroMail destacada por Bueno é o rápido recebimento. “A partir da confirmação da compra, o dinheiro é repassado ao vendador em minutos”, garante o executivo.Entre os clientes da empresa estão Nike, General Imports, Mary Kay, Coruja Mix, entre outros.

Bueno finalizou sua palestra com falando sobre o custo para utilizar a DinheiroMail. “Nas compras com cartão de crédito o custo para o vendedor é de 5,99%, mesmo que o comprador parcele a venda em até 12 vezes, o valor total é repassado integralmente”, explica Bueno. A taxa para venda com boletos é de 1,89%, clique aqui e veja a tabela completa de custos.


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