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Artigos com a tag "Windows Phone 7"

Que tal ganhar mais clientes e fidelizá-los de uma forma moderna com embasamento científico? O Neurobusiness é a aplicação da Neurociência na estratégia de negócios e vem se tornando cada vez mais presente no planejamento empresarial para atrair mais clientes.

O Neurobusiness é utilizado por empresas que buscam identificar o comportamento humano para desvendar as reais necessidades do cliente. O foco é aumentar a competitividade por meio do entendimento da lógica do consumidor, o que o leva a adquirir um bem ou produto.

De acordo com Ricardo Botelho, diretor da Neurobusiness Inteligence, empresa que surgiu em 2007 da fusão entre a Vetorial Marketing e o INA-PNL (Instituto de Neurolinguística Avançada), a percepção sensorial é um dos maiores diferenciais nos negócios. “O Marketing Sensorial, também batizado como Marketing de Experiência, é uma estratégia para buscar a fidelização do consumidor por meio de um processo de diferenciação na prestação do serviço e relacionamento com o cliente. É preciso avaliar a experiência com o ambiente, o atendimento, os produtos e os processos. Trata-se de remeter o consumidor a uma percepção de valor única e inequívoca, proporcionando-lhe uma vivência memorável que o estimulará a repetir e difundir a experiência de consumo, independentemente do preço”, explicou.

Ricardo afirma que “as motivações para compra são originárias de necessidades objetivas e necessidades psicológicas do consumidor” e ao utilizar a neurociência com foco em negócios é uma atitude que contribui para desenvolver formas mais atraentes de fidelizar o consumidor de uma maneira inteligente e valiosa. “Trabalhamos para entender o comportamento do consumidor tanto no meio físico como no meio digital. Realizamos a análise do posicionamento do negócio, composição de produtos e serviços, análise das variáveis de marketing da empresa, objetivos e planos de comunicação, ações de comunicação e divulgação, estrutura e serviços”, ressaltou.

De acordo com a definição, a Neurociência busca compreender como se forma a opinião de um indivíduo por meio do entendimento individual da percepção do ambiente. “Usamos os cinco sentidos para ler o ambiente, depois disso nosso cérebro exprime sensações que criam a opinião sobre o momento. O resultado é a ação de consumir ou não”, disse. É nesse momento que o neurobusiness é usado para encantar e surpreender o cliente.

E você empreendedor? Utilizaria o Neurobusiness para conquistar mais clientes?

A comunicação é fundamental para o relacionamento com seus clientes e fornecedores, por isso, uma ferramenta útil e desenvolvida para agilizar e facilitar seus contatos podem ser garantidos com os benefícios que o Windows Phone 7. Conheça e aproveite todos os seus recursos para desenvolver ainda mais a sua marca.

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Já pensou como é importante  falar inglês especialmente para negócios? E se as aulas forem exclusivamente preparadas para o seu sucesso profissional? Aliar o processo de coach com as aulas de inglês é o objetivo da English Mastermind, um projeto inovador que visa o crescimento do empreendedor por meio do conhecimento pessoal.

Jordan Luke Collier é um exemplo de coragem, determinação e inovação. Ele é empreendedor e decidiu abrir seu próprio negócio com uma atividade que uniu o útil ao agradável. “Sempre gostei de viajar, conhecer o mundo e novas pessoas e culturas. Sou natural de Oxford na Inglaterra e me tornei coach há quatro anos, desde então meu foco é auxiliar empresários a encontrar seus objetivos e alcançar o sucesso”.

As aulas de inglês começaram há seis anos e cansado de ver a limitação de aprendizado que cursos tradicionais ofereciam, Jordan decidiu explorar as aulas com foco no desenvolvimento profissional do aluno. “Geralmente nos cursos de inglês, o aluno só tem a apostila para guiar seu conhecimento. Eu queria criar algo que permitisse que meus alunos pudessem falar sobre seus objetivos e sonhos”, explicou.

Foi assim que surgiu a English Mastermind, que além da essência inovadora, também é realizada no The Hub, um catalisador de ideias em formato de escritório no centro de São Paulo. Para Jordan, o Hub é um local especial onde “é possível construir relações com pessoas totalmente diferentes, além de ter a oportunidade de trocar ideias e dicas sobre negócios”.

As aulas são realizadas individualmente ou em grupos, e sempre com Jordan no papel de coach. Além de network, os alunos aprendem fluência na Língua Inglesa ao mesmo tempo que se preparam para alavancar seus negócios. Os temas sempre giram em torno de business, liderança, motivação e autoconhecimento.

Assumindo seu papel de coach, Jordan lidera esse projeto no Hub, mas também trabalha como voluntário em uma empresa social que visa desenvolver aptidões profissionais de jovens e adolescentes de comunidades carentes. “Todas as coisas da vida são arriscadas, é preciso unir habilidades naturais, interesses profissionais e paixão pessoal para alcançar o sucesso”, ressaltou. Por isso ele entende que  projetos sociais aliados as suas aptidões profissionais garantem qualidade de vida e sucesso em todas as áreas da sua vida.

Além de tudo isso, é preciso que o empreendedor esteja acessível a novas oportunidades de negócios a qualquer momento e em qualquer lugar. Por isso, o Windows Phone 7 é perfeito para empreendedores que gostam e precisam viajar pelo mundo em busca de novos negócios.

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Por Marcos Hashimoto

Recentemente a revista Forbes publicou a lista dos homens mais ricos do mundo. Uma olhada rápida e podemos perceber que a maioria dos bilionários são empreendedores. Entre os 30 brasileiros, metade deles são donos dos seus próprios negócios. A característica desta lista nos leva facilmente a generalizar a conclusão de que as pessoas escolhem o empreendedorismo como uma forma de ficar rico.

Estudos acadêmicos com empreendedores em todo o mundo mostram que esta ideia é equivocada e que, na verdade, os verdadeiros empreendedores estão em busca de outras realizações. O que percebemos é que os empreendedores brasileiros podem ser classificados em quatro tipos na sua relação com o dinheiro:

1) O empreendedor por necessidade, aquele que precisa do dinheiro para sobreviver, não encontra outra forma de remuneração por dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e acaba adotando o caminho do empreendedorismo como forma de se sustentar. Geralmente estes empreendedores não desejavam ter um negócio próprio, pois se pudessem escolher perceberiam que a taxa de mortalidade é alta, já que, ou o empreendedor abandona seu negócio na primeira oportunidade de emprego que aparece, ou acaba quebrando mesmo por falta de planejamento, de estrutura ou porque a oportunidade não era sustentável ao longo do tempo. Existe uma dualidade na percepção de valor do dinheiro para estes empreendedores, ou eles se classificam como os artistas que veem em sua atividade uma necessidade para sobreviver, mas dão importância a coisas mais ‘nobres’ na vida; enquanto existem outros que gostariam de ganhar mais dinheiro e conseguir respirar um pouco, mas não conseguem e precisam se contentar em viver um dia de cada vez. Nesta categoria se encaixam alguns empreendedores autônomos, artistas e alguns profissionais liberais, micro-empreendedores e empreendedores informais;

2) O empreendedor pós-sobrevivência. Trata-se daquele que começou como empreendedor por necessidade e consegue superar o sufoco dos primeiros anos, quando a instabilidade é alta e a fragilidade também. Normalmente às duras penas, estes empreendedores conseguem estabilizar seus negócios e atingir um nível de volume de negócios que lhes garante um ganho mínimo sem sobressaltos. Estes empreendedores têm medo que seu negócio saia do controle, são traumatizados pelos primeiros anos de vida do empreendimento, passaram muitas dificuldades e respiram com alívio a estabilidade adquirida. Apesar da predisposição para assumir riscos, uma característica pela qual os empreendedores normalmente são conhecidos, este tipo de empreendedor não tem a mesma predisposição para desafios. Para ele, perder o negócio é um risco, proporcionalmente muito grande, por isso ele se contenta em ter um negócio pequeno, mas que ele consiga controlar e manter. Para eles, o negócio é um meio de vida e não vemos neles muitos arroubos de crescimento. Os pequenos negócios de sobrevivência, como mercadinhos de bairro, postos de gasolina, lojas de varejo, salões de cabeleireiro e outros, se encaixam nesta categoria;

3) O empreendedor por oportunidade, que, embora bem empregado e com ótimas perspectivas de carreira no emprego tradicional, identifica uma oportunidade e cultiva há tempos o sonho de empreender e ser o dono do próprio nariz. Eles normalmente se prepararam bem antes de se lançar como empreendedores. Adquirem formação específica, ficam sempre de olho nas janelas de oportunidade, se mantém sempre informados, acumulam capital e, quando chega o momento, largam o emprego para seguir seus sonhos. A taxa de mortalidade destes empreendimentos é baixa porque os riscos proporcionais são bem menores do que os empreendedores por necessidade. A relação com o dinheiro que eles constroem varia em função de outros elementos que lhes dão satisfação, como equilíbrio de vida, hobbies e passatempos, família, viagens, prazer do trabalho, experimentação de coisas diferentes, vida social, entre outros. Para estes empreendedores, o dinheiro é bem vindo sempre e cada vez mais, porém sua importância vai caindo à medida que ele vai atingindo uma remuneração que lhe dá um bom padrão de vida a ponto dele poder se concentrar em outras coisas que lhe dão satisfação. A noção de sucesso para estes empreendedores não é exclusivamente o financeiro e sim o equilíbrio propiciado por outras conquistas nas quais o dinheiro é apenas um destes componentes. Estes empreendedores querem que seus empreendimentos cresçam, mas não muito. Não se vêem como donos de empresas gigantescas, às quais acabarão se tornando escravos. Ao contrário, preferem se manter como médias empresas em um crescimento orgânico, mas excelentes em seus campos de atuação. Por isso mesmo, estes empreendedores não se dão muito bem com investidores de risco, pois, invariavelmente seus objetivos entram em conflito. Enquanto o investidor quer ganhar muito dinheiro e rápido, o empreendedor troca facilmente seus objetivos de maior ganho por uma causa social ou um bem maior que o seu negócio pode gerar. Para eles, empreender é um estilo de vida e não uma forma de enriquecer. Entram nesta categoria empresas de tecnologia, serviços baseados em capital intelectual, negócios com médio a alto grau de inovação e nichos de mercado de alto padrão;

4) Empreendedores de alto crescimento. Estes são os que querem sair na lista da Forbes. Para estes empreendedores, não há limite para crescer. Querem crescer muito e rápido. Representam o objeto de desejo de grandes investidores, pois compartilham os mesmos objetivos e reconhecem como principal, senão o único, parâmetro de desempenho, os demonstrativos de resultados. Estes empreendedores abrem mão de muita coisa para se dedicar aos  negócios. Procuram estar sempre bem relacionados com pessoas de poder, valorizam o prestígio e são vaidosos. Para eles, não há outro objetivo em ter um negócio senão a de proporcionar a liberdade de comprar tudo que de bom e de melhor o dinheiro possa obter. Há quem questione estes empreendedores por seus valores e princípios, mas há uma grande quantidade de pessoas que se espelha em seus exemplos e cultivam os mesmos valores e objetivos. A mídia especializada trata de reforçar a mitificação destes empreendedores, dando ênfase e importância às suas histórias de vida e realizações, levando a uma questionável concepção do que é ter sucesso na vida. Nesta categoria, está qualquer tipo de negócio, desde que seja grande ou esteja na rota do alto crescimento.

Marcos Hashimoto é Consultor e palestrante nas áreas de Empreendedorismo, Estratégia e Liderança. Sócio-diretor da Lebre Consulting, especializada em Planos de Negócios e Empreendedorismo Corporativo.

E você empreendedor? Em qual categoria se enquada? Compartilhe a sua história conosco!


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